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CorpFlex trabalha para realizar IPO nos próximos anos

Com grande foco no desenvolvimento de talentos internos, a gestão de Edivaldo Rocha busca a abertura de capital e, para 2017, expectativa é crescer 25% em faturamento
CorpFlex trabalha para realizar IPO nos próximos anos

Quando o malware Wannacry fez centenas de vítimas de vários países do mundo, os clientes da CorpFlex não tiveram nenhum arquivo criptografado ou máquina prejudicada. Isso porque a empresa monitora em tempo real a inteligência de negócio de seus clientes através do NOC (Networking Operation Center), sala de inteligência montada na nova sede da empresa em Barueri (SP). “São 70 pessoas que trabalham em monitoramento proativo em três turnos, 24×7”, destaca Edivaldo Rocha, CEO da empresa.

A formação e a valorização de talentos próprios são a premissa principal da gestão de Rocha

A eficiência do monitoramento da infraestrutura de TI oferecido em tempo real tem como base o material humano da CorpFlex que, para o CEO, está no mesmo patamar de importância que os clientes da empresa. Desde que assumiu o comando da companhia, em 2010, Rocha implantou uma nova cultura que tem como principal premissa fazer com que todos os funcionários se coloquem no lugar dos clientes. “Assim se pode perceber o valor real que tem a disponibilidade. Não vendemos o que não entregamos”, ressalta.

Especializada na oferta de cloud corporativa e soluções de outsourcing de TI, a CorpFlex tem atualmente 180 funcionários, incluindo os alocados em clientes. A formação e a valorização de talentos próprios são a premissa principal da gestão de Rocha. Hoje, são 22 coordenadores de departamento e 9 diretores. “Quero que todos evoluam aqui dentro. Minha sala fica aberta para qualquer funcionário. Converso individualmente com cada colaborador constantemente”, diz o CEO.

A proximidade, marca registrada da gestão de Rocha, se dá muito pela liderança que o executivo exerce sobre seus pares e funcionários. Profissional da área financeira, sua administração é muito marcada por metas, cultura advinda da área. Entre as definidas pelo executivo, já como CEO, é atrelar o bônus dos heads e diretores à queda de incidentes críticos por ano – para a empresa, 3 clientes com a operação digital paradas ao mesmo tempo significa 1 incidente crítico. “Foi gradual. A princípio aceitava 16 por semestre. Depois, diminuí para 8 e por aí foi. Hoje aceitamos 1 por semestre. Estamos há 429 dias sem incidentes críticos”.

Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex

A passagem de Rocha pela área financeira da empresa (2004-2009) foi o princípio da cultura de formação de talentos que a CorpFlex teria sob a sua gestão. Na época como CFO da companhia, determinou um grande foco na capacitação de todo o time interno em finanças e questões administrativas. Também investiu em treinamentos técnicos e reformulou os processos na área comercial. Todos os departamentos da empresa passaram a ter missão e KPI (Key Performance Indicator). Isso fez com que a empresa aumentasse a capacidade de captação de clientes. A título de comparação, no 1º semestre de 2016 foram 16 novos clientes. Em 2017, no mesmo período, foram 43.

Depois de receber, em 2015, um aporte do fundo 2B Capital, do Bradesco, a empresa passou a focar os recursos em investimentos nas tecnologias de inteligência artificial e cognitiva para software de monitoramento. Com a oferta estruturada no full outsourcing para as soluções de cloud corporativa para aplicações de missão crítica, segurança, suporte e gerenciamento; a CorpFlex atualmente atende a cerca de 250 clientes, a maioria de médias empresas. O objetivo, segundo Rocha, é ter no futuro condição de atender a pequenas empresas.

Por enquanto, a empresa foca no plano de expansão em cidades do interior de São Paulo, como Ribeirão Preto, Campinas e São José dos Campos; além das regiões Norte e Nordeste. Para 2017, a expectativa é aumentar o faturamento em 25% e, em 2018, incrementar 40%. Segundo o CEO, a empresa se prepara para nos próximos anos realizar um IPO.

Na visão de Edivaldo Rocha, o futuro terá o CIO com um papel mais voltado a visão de negócios do que técnico. “Ele deve atuar na TI estratégica”, diz. Para fomentar a inovação em TI, a empresa nomeou Diogo Santos para o cargo de CTO (Chief Technology Officer). Santos ingressou na companhia há quase três anos como gerente de pré-vendas, área criada e estruturado pelo CEO. Na nova função tem a missão de elevar o valor das entregas e promover maior eficiência aos clientes da CorpFlex.

Fundada em 1992, a CorpFlex é uma empresa especializada em Cloud Corporativa e soluções de outsourcing de TI. Com um portfólio diferenciado, compromisso e flexibilidade, oferece soluções avançadas de Private Cloud para hospedagem exclusiva de sistemas de missão crítica (ERP, CRM, BI e e-Commerce), Acesso Seguro que garantem segurança, alta disponibilidade e redundância dos links de comunicação e Suporte Gerenciado, que ajuda a melhorar a gestão da infraestrutura e a excelência do acesso às aplicações da sua empresa. Sediada em Alphaville (Barueri – SP), a CorpFlex atua em diversas verticais de mercado, em todo o território nacional.

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