
O modelo de nuvem híbrida, segundo a STI, confere maior elasticidade e agilidade, e privada, que tem desempenho garantido devido ao recurso dedicado. A nuvem híbrida também é mais vantajosa por minimizar os riscos e otimizar os custos advindos de cada modelo. As orientações publicadas são para os casos de serviços de TIC que não comprometam a segurança nacional, incluindo Serviços de TIC Próprios. No caso de aquisição de novos equipamentos de infra de TI, é necessário obter autorização do Comitê de Governança Digital ou da autoridade máxima da STI.
“A STI quer dar mais publicidade às boas práticas de contratação, apoiar e orientar os gestores de TI do governo federal na melhoria dos processos de aquisição de produtos e serviços de tecnologia”, afirmou o secretário adjunto de Tecnologia da Informação, Wagney de Godoy.
Para facilitar o entendimento do estudo, as orientações estão divididas em três partes: contratações de sistemas e serviços de Big Data e Analytics; contratações de serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas; e contratação de serviço de desenvolvimento’ e sustentação de portais web utilizando a plataforma de Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo – CMS (Content Management System).
O documento está disponível na página do Governo Eletrônico para download. Além deste, encontram-se disponíveis outras duas importantes orientações para “Serviços em Nuvem” e “Outsourcing de impressão“.

Leia nesta edição:

CAPA - TECNOLOGIA
Arquitetura neuromórfica, a plataforma inspirada no cérebro humano

MERCADO
O bom negócio da locação de equipamentos de TI

SEGURANÇA DIGITAL
Dilemas e oportunidades de blockchain para identidade
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