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Uma “normalidade” que ainda não chegou

Há exatamente um ano, o nosso modo de viver foi modificado, nossas relações se transformaram por conta do distanciamento social e até os sorrisos das pessoas, que estávamos acostumados a ver, hoje se escondem atrás de uma máscara. São mudanças que mexeram – e continuam mexendo – com o mundo. Muito falou-se do “novo normal”, mas ficam as perguntas: normal para quem? Quando tivemos uma “normalidade” em 2020? Foi preciso encarar uma nova realidade, seja no convívio familiar ou no trabalho, se reinventar, lidar com o imprevisível e, principalmente, valorizar ainda mais a vida do ser humano. E nada disso acabou: ainda não é hora de baixar a guarda.

Algo muito importante que estamos aprendendo com a pandemia é priorizar pessoas. Nosso foco principal sempre é preservar vidas – portanto, nossas decisões foram todas centradas nisso. Prova é que, desde 2002, quando houve o surto de SARS, a Intel conta com uma equipe interna de resposta à pandemia e nosso principal objetivo continua sendo proteger funcionários e clientes. Passamos pela gripe aviária, pelo ebola e agora estamos na luta contra o novo coronavírus. E, mesmo nos antecipando, tivemos que lidar com o imprevisível, adaptando e lidando com os desafios inéditos de 2020, afinal, nossa geração não foi preparada para lidar com uma pandemia nessa proporção.

E como fazer tudo isso? Investindo e antecipando o futuro. As tendências tecnológicas que estavam sendo sinalizadas antes mesmo da pandemia foram impulsionadas e aceleradas; vimos uma sociedade se acostumar com a digitalização dos seus comportamentos, adaptando-se a uma nova rotina e mostrando-se resiliente na forma de trabalhar e se relacionar. Para além disso, foi preciso criar experiências positivas on e offline. Nesse contexto, uma de nossas primeiras decisões foi adotar o home office como forma de preservar vidas, afinal, pessoas são importantes e fundamentais. Criamos uma estrutura forte para que todos pudessem fazer seu trabalho de onde estivessem e tivessem uma experiência positiva. Transformamos para aproximar pessoas, mesmo que à distância.

Agora é cada vez mais necessário ser uma empresa de pessoas para pessoas. E isso a Intel é. A empatia, em tempos tão difíceis como que estamos atravessando, precisa estar à frente e é essencial para que o mundo continue se reinventando e transformando. Por isso, fazemos coro para que todos, em um sentido bem amplo, continuem cuidando de si e do outro; ainda não é hora de voltar a uma “normalidade” que não existe.

Uma lição que a pandemia deixou foi que é preciso olhar para o futuro, mas para que cheguemos lá, é preciso que o presente seja alicerçado e bem construído. E o que o presente pede é: cuide de você e dos outros, fique em casa.

Por Gisselle Ruiz Lanza, diretora-geral da Intel Brasil.

 

 

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