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SAS quer chegar em novos setores com parceiros

A companhia quer conquistar novas verticais e volta atenção para a oferta de serviços em nuvem

Com crescimento esperado de 10% no faturamento de 2020 em relação ao ano passado, o SAS, companhia de software com atuação em Inteligência Analítica, é mais uma que deverá rever projeções não apenas para este, mas para os próximos anos em função do impacto que a Codiv-19 tem e terá sobre o mercado e a economia global. Para estes três primeiros meses, a previsão é que, salvo alguma interferência direta de governos na autonomia das empresas, seja bom. Para uma correta revisão das metas, o SAS monitora a evolução do Coronavírus e seus efeitos no mundo inteiro.

Em 2019, no Brasil, registrou crescimento de 24% na receita total que abrange a venda de soluções de fraude, risco, customer intelligence e serviços profissionais. Os segmentos mais rentáveis para o SAS são o financeiro, com bancos e seguradoras e também, governo e operadoras de telecomunicações. A companhia informa que as novas receitas tiveram crescimento de 20%, enquanto as renovações avançaram 29% no mesmo período, englobando licenças e a venda como serviço.

Há previsão de oferta em nuvem para transações específicas que não em analytics. Haverá coexistência em distintas plataformas, mas nem todo modelo será na nuvem  

De toda forma, a estratégia tem apoio em três pilares. A tecnologia está na base, as pessoas compõem o meio de transmissão e a observância das tendências do mercado, combinadas com as necessidades dos clientes.

Cada vez mais voltado para o modelo de venda como serviço, tem entre as estratégias para este ano intensificar essa iniciativa, independentemente do canal. Vale registrar que a proporção esperada entre as vendas direta e a indireta de software e de serviços seja de 55% para 45%, respectivamente sendo que hoje os parceiros de alianças respondem por 38% da receita.

Para aumentar e diversificar as vendas, nos últimos três anos a companhia buscou compreender a maturidade do mercado e elaborar a abordagem comercial. “Trabalhamos forte para apresentar não somente conhecimento, mas lucro para os projetos de nossos clientes”, conta Cassio Pantaleoni, que está no comando do SAS Brasil desde agosto de 2017.

O executivo aponta como tendência na indústria de TI as iniciativas que buscam a experiência do cliente e diz que a empresa passa a olhar B2B, dentro da jornada do cliente, avaliando as tendências das necessidades do cliente e das tecnologias e chegando à identificação da maturidade de analytics. A primeira demanda por Inteligência Analítica aponta para soluções que utilizam Machine Learning, combinando valores, estratégias e demanda do cliente.

Uma novidade é que em breve, a oferta de serviços de hosting estará também disponível para parceiros. “Serão mais serviços agregados com parceiros tecnológicos”, conta Pantaleoni. Há previsão de oferta em nuvem para transações específicas que não em analytics, “Haverá coexistência em distintas plataformas, mas nem todo modelo será na nuvem”, diz. Ele destaca, porém, que ao conectar todos os pontos, a governança e a orquestração de dados é um desafio.

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