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Pesquisa revela que empreendedores planejam investir e faturar mais em 2020

Material inédito da Sage aponta que pequenos empresários brasileiros estão otimistas com o cenário econômico

Considerado pelos analistas financeiros como um momento de recuperação da economia, a Sage, empresa que atua no mercado em soluções de gestão na nuvem, realizou uma pesquisa para desvendar as perspectivas dos empresários para o ano de 2020 no país. A Pesquisa de Otimismo do Empresário Brasileiro 2020 ouviu 180 donos de microempresas, empresários de pequeno porte e MEIs de diversos setores, como indústria, varejo e serviços.

Os resultados mostram que a maioria (78,1%) acredita que este ano será melhor que 2019; 78% esperam faturar acima do que foi registrado ano passado e 60,7% apostam no crescimento dos seus negócios. “Com o estudo pudemos comprovar que os empreendedores, esses heróis da economia brasileira, apostam na melhoria do país e pretendem investir em 2020, especificamente na área da tecnologia. Esses dados servem como termômetro do panorama atual e indicam um período mais otimista para os negócios”, diz Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil.

Os resultados mostram que a maioria (78,1%) acredita que este ano será melhor que 2019; 78% esperam faturar acima do que foi registrado ano passado e 60,7% apostam no crescimento dos seus negócios

A pesquisa apontou ainda que mais da metade dos entrevistados pretende investir mais em 2020 (51,4%). As áreas mais beneficiadas serão: tecnologia (42,1%), marketing (39,3%) e reformas e modernização da empresa (37,2%). Entretanto, mesmo com cenário promissor, 58,5% pretendem manter a quantidade de funcionários nas empresas, 34,4% desejam ampliar o quadro, e somente 7,1% acreditam que vão reduzir o número de colaboradores.
Apesar da expectativa otimista para 2020, na visão dos empresários ouvidos pela Sage, nos últimos 12 meses o avanço da economia foi abaixo das projeções esperadas.

Para os empresários, os principais entraves para o crescimento das suas empresas foram: alta carga tributária (56,3%), fatores políticos (44,3%) e burocracia (41%) — pontos que ficarão no radar para este ano.

 

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