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O fenômeno das lives: startup de produção audiovisual comenta tendência

Com contato pessoal e profissional mediado por tecnologia, lives tomam conta de entretenimento e capacitação

Nas plataformas digitais, as lives sempre existiram. No entanto, o isolamento social e a pandemia do novo coronavírus intensificaram o fenômeno dos eventos ao vivo. Temas empresariais, de entretenimento, marketing, treinamento, balé, fitdance, pets e rituais religiosos são abordados.

Segundo dados do YouTube, as buscas por conteúdo ao vivo cresceram 4.900% no Brasil durante a quarentena, acompanhando um fenômeno mundial. Já o Instagram registrou um aumento de 70% no uso das lives – tanto para transmissão quanto para consumo.

Temas empresariais, de entretenimento, marketing, treinamento, balé, fitdance, pets e rituais religiosos são abordados  

“Tempo é o nosso bem mais escasso e mais democrático. Todo mundo tem as mesmas horas no dia. E é por essa razão que as lives são tão poderosas”, comenta Simone Cyrineu, CEO e fundadora da thanks for sharing. A startup investe na produção audiovisual de vídeos corporativos e inova no mercado com uma nova forma de comprar vídeos personalizados com estrutura digitalizada, tecnológica e online.

Assim como nos vídeos, as lives podem ter intuito de entretenimento, capacitação pessoal e profissional e diversas formas de aprendizagem. Durante a quarentena, com todos os contatos mediados pela tecnologia, o formato viralizou e passou a movimentar as pessoas e a economia brasileira, tornando-se assunto das conversas e foco dos negócios.

Com alto consumo de vídeos durante a quarentena, as lives são mais uma modalidade, além de YouTube, séries, filmes e notícias. Diante desse cenário, vídeos corporativos encontram dificuldade em viralizar e é esse gap que a thanks for sharing preenche no mercado audiovisual. A marca produz vídeos de alta qualidade de preços previsíveis presentes no site e com soluções personalizadas para as necessidades de cada empresa de todos os setores e tamanho.

Sobre o futuro das lives, Simone comenta: “se quiser dar uma espiada no futuro das lives, fique de olho nas realidades imersivas, que já são realidade. Agora imagine isso ao vivo.”

Serviço
thanksforsharing.com.br

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