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Nutanix renova frente junto ao Canal

Christian Goffi, que assumiu como vice-presidente de Vendas para Canais, fala à Infor Channel sobre seus objetivos, metas e desafios

executivo de TINo dia 25 de junho de 2020, a Nutanix, fornecedora de soluções em computação em nuvem corporativa, anunciou que quem ocuparia o lugar deixado por Christian Alvarez – que passou para o time global, seria seu xará, Christian Goffi. O profissional acumulou experiência em suas passagens por empresas de TI e Telecomunicações como Juniper Networks, Cyan Inc., Avaya e Nortel Networks.
Saiba o que pensa e planeja o novo vice-presidente de Vendas para Canais das Américas, para sua gestão na Nutanix, que deixa esta mensagem para o canal:
A Nutanix é uma empresa de ponta com os melhores produtos da categoria, mas são vocês, os parceiros, que transformam o que fazemos em uma solução para o problema do cliente. Estou muito feliz em fazer parte da sua marca e criar uma relação de confiança e satisfação com nossos clientes.

– Haverá atualizações no programa de vendas e distribuição? Quando entrarão em vigor?
Existem três princípios fundamentais que sustentam todos os grandes programas de parceiros e é nosso objetivo alcançá-los: ele deve ser simples, deve ser prospectivo e deve ser lucrativo para nossos parceiros. Estamos trabalhando continuamente para aprimorar nosso programa e espero compartilhar mais atualizações com a Infor Channel em breve.

– Especificamente para o canal brasileiro o que aponta como particularidade, e como serão contempladas no programa de canais?
Um ótimo programa é aquele que se aplica globalmente, mas também tem flexibilidade para atuar localmente. Ter sucesso em uma grande economia como o Brasil é algo importante para mim e isso será demonstrado não apenas em nosso programa de parceiros, mas também em nossos esforços.

– Como seu cargo abrange as Américas, como serão geridas as diferenças geográficas?
A Nutanix é uma empresa muito centrada em canais e grande parte da resposta a essa pergunta é a forma como fazemos parceria localmente em cada país. E isso se aplica não apenas aos revendedores, mas TODOS os parceiros – distribuidores, alianças etc. – também parceiros de distribuição que nos ajudam a garantir que o que trazemos para o mercado local faça sentido para a economia localmente. As particularidades da América Latina são conhecidas e buscamos adotá-las para tornar a Nutanix a escolha para nossos parceiros.

– Quais são os aspectos positivos e negativos do canal da AL em relação aos demais que estão sob sua gerência?
Prefiro não generalizar, já que todos os parceiros são realmente únicos, mas se eu tivesse que destacar algo que eu mais aprecio nos parceiros latino-americanos seria a capacidade de serem engenhosos e criativos para atender às necessidades de nossos clientes em comum. A América Latina está próxima e querida pelo meu coração, pois nasci e fui criado aqui (sou argentino), então eu carrego essa engenhosidade pessoalmente em tudo que faço todos os dias.

 – O que proporá como estratégia para ganhar mercado em toda a América Latina, e para o Brasil, especificamente?
Uma ótima estratégia para a América Latina é abraçar e amparar ao máximo o canal à medida que nos desenvolvemos juntos. O canal é uma extensão da Nutanix e simplesmente não podemos ter sucesso sem eles.

 – Quais as novidades em termos de produtos, tecnologias, treinamentos, certificações da Nutanix?
Recentemente lançamos soluções e ofertas para ajudar os parceiros a implementar a tecnologia para os usuários finais de maneira mais rápida e simples, incluindo o FastTrack for VDI e o Xi Frame Test Drive.

– O que considera sua ‘marca’ pessoal que imprimirá na gestão de canal da Nutanix?
Se eu recordar minha carreira e perguntar a outros canais o que eles acham que é minha marca, provavelmente dirão que eu sou um verdadeiro parceiro para eles e suas necessidades. O gerenciamento eficaz de canais tem tudo a ver com conectar pessoas e alinhar esforços. Se fizermos isso corretamente, o parceiro poderá obter um grande sucesso junto conosco.

 – Pretende aumentar o número de parceiros no Brasil e em outros países das Américas?
Meu objetivo é fornecer a cobertura certa para as necessidades de cada país. No entanto, direi que para mim o equilíbrio depende muito mais da qualidade do que da quantidade, e estou muito dedicado a aprofundar nossas parcerias com os parceiros, nos quais sentimos que ambos têm muito a ganhar.

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