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Moip oferece solução própria de prevenção a fraudes

Empresa prevê crescimento de até 40% e reforça medidas de segurança para clientes, disponibilidade 24-7 da área de riscos, foco na taxa de conversão e prevenção a fraudes

fraude digitalNeste ano, a Black Friday, que entrou de vez para o calendário varejista brasileiro, em 27 de novembro, movimenta muitas expectativas do comércio eletrônico do País em 2020, ano em que o isolamento social impulsionou as vendas online. O MOIP (agora PagSeguro PagBank), plataforma digital de comércio financeiro, prevê a melhor performance desde 2010, esperando incremento de 40% em relação a 2019. A empresa reforça suas medidas de segurança com equipe 24-7, e oferece solução própria de prevenção de fraudes segmentada para cada cliente.

A companhia ainda salienta que, em três dias (Black Friday e sábado e domingo subsequentes), os números totalizam 40% de um mês comum. De acordo com Gabriel Liotti, Diretor de Vendas e Clientes no MOIP, “neste período, costuma haver aumento nas transações de 50% a 60% em cartões de crédito e de 45% nos boletos. Além disso, a previsão é que nosso ticket médio também aumente consideravelmente”.

Para se sentir mais seguro, o consumidor migrou para espaços como o e-commerce e os marketplaces. Em 2020, tivemos novos entrantes, ou seja, pessoas sem experiência de compras pela internet

Em tempos de incertezas globais, as compras digitais, sejam por smartphone ou por quaisquer outros dispositivos, tornaram-se mais do que meios seguros de transações: passaram a ser o lazer de muitos brasileiros. De acordo com o E-commerce Brasil, pode-se aguardar incremento de 20% no faturamento online da Black Friday em 2020, comparativamente a 2019. Serão mais pessoas de frente para uma tela e menos compradores nas vitrines das lojas físicas.

“Parte considerável do comércio reabriu e os números mostram reação. Enquanto não sabemos os impactos da pandemia a longo prazo, damos o devido suporte aos nossos clientes, que são de segmentos variados, como turismo, cosméticos, bricolagem e construção, pets e brinquedos, a criarem métodos de pagamento com foco na venda online. Muitos esperam este momento para fazer compras”, acrescenta Liotti. O Diretor de Vendas ainda estima que os setores de serviços e soluções online de entrega imediata devem continuar em ascensão. “Diante desse cenário, esperamos a melhor Black Friday da década”, explica.

Transações: Black Friday 2019
Como base de comparação, o MOIP divulga os resultados da edição anterior, com base em seu portfólio de clientes. Na Black Friday 2019, as categorias com mais transações foram cosméticos, turismo e móveis, e o cartão de crédito e boleto bancário foram os meios de pagamento mais utilizados (75% e 23%, respectivamente).

Cyber-segurança reforçada
O Procon-SP alerta para as possíveis fraudes virtuais em períodos de alto consumo. No site, a entidade faz recomendações, como evitar sites que não tenham e-mail corporativo, estar atento a falsas promoções fazendo comparações entre páginas distintas, guardar e-mail de confirmação, entre outras.

Atento a esse cenário, o MOIP, que conta com solução antifraude própria, reforçará as medidas de prevenção a fraudes. “Para se sentir mais seguro, o consumidor migrou para espaços como o e-commerce e os marketplaces. Em 2020, tivemos novos entrantes, ou seja, pessoas sem experiência de compras pela internet”, salienta Fidel Beraldi, Diretor de Risco do MOIP.

A área de risco da companhia promove ações de apoio para esse novo público, que não tinha um histórico de compras, considerando que fraudes cibernéticas aumentam até 80% em novembro. “Durante o período da Black Friday, Black Week e Cyber Monday, incluindo a semana seguinte, garantimos suporte reforçado ao cliente em três frentes: disponibilidade de sistemas, taxa de aprovação e conversão e prevenção à fraude. O objetivo é balancear a experiência do cliente com as estratégias de prevenção a fraudes”, complementa Beraldi.

O sistema próprio antifraude do MOIP possibilita maior sensibilidade de adequar estratégias de prevenção para cada setor, considerando que os tíquetes médios e os riscos são distintos. “Usamos técnicas de machine learning para categorizar e compreender os scores ou pontuações das compras. São mais de 150 variáveis utilizadas para avaliar cada transação e atribuir uma pontuação. Com base nessa pontuação, a transação é aprovada automaticamente ou considerada suspeita e vai para uma análise mais detalhada, feita por uma pessoa analista de risco”, acrescenta o Diretor de Risco.

 

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