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Mercado de software em alta no Brasil: Consumer cresce 145% em vendas

Puxaram esse avanço dois principais serviços: site de delivery e cardápio por QR Code
Mercado de software em alta no Brasil: Consumer cresce 145% em vendas

Nunca se investiu tanto em tecnologia. Com a pandemia do Coronavírus, as empresas precisaram se adaptar para atender o consumidor que, com todo esse cenário, mudou seu comportamento de compra.

Para 2021 a projeção é de que mercado de desenvolvimento de software no Brasil deva crescer mais de 10%. É o que aponta o recente estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2020”, realizado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) em parceria com o IDC.

Impacto no mercado de tecnologia
Na linha de frente as empresas de tecnologia especializadas na criação de softwares, viram em 2020 as demandas por apps e sistema de gestão crescerem muito acima da média. Como foi o caso da Consumer, marca com foco no setor food service.

Com a pandemia do Coronavírus, as empresas precisaram se adaptar para atender o consumidor que, com todo esse cenário, mudou seu comportamento de compra  

Do interior de SP, São José do Rio Preto, a Consumer teve um aumento de 145% em suas vendas e alcançaram mais de 8 mil clientes em 2020 em comparação a 2019. Puxaram esse avanço, dois principais serviços: site de delivery e cardápio por QR Code.

“Muitos negócios no País voltaram as suas forças para os desafios da venda online e de como usar a tecnologia no distanciamento social para continuarem operando e faturando”, comenta Renato Almeida, CEO da marca, ao justificar o crescimento.

Com mais de 10 anos de atuação, o número é um marco na história da empresa.

Milhões em vendas (de comida)
De acordo com Renato, só o site delivery – o MenuDino – transacionou (entre os restaurantes e seus respectivos clientes), cerca R$200 milhões de reais em poucos meses.

Valor inimaginável até então, para um curto período e principalmente para uma bootstrapping – startup que cresceu do zero com recursos próprios sem subsídios de investidores anjos ou terceiros.

Desafios movidos pela alta demanda
E apesar do contexto positivo, o CEO ressalta que as circunstâncias trouxeram novos desafios para a marca.

“Nós tivemos que realizar um grande investimento financeiro em servidores para suportar a entrada desses novos clientes. Além disso, contratamos 25 novos colaboradores e os treinamos de forma remota – isso foi bem complicado, mas conseguimos ultrapassar essas barreiras”, explica.

De olho nas tendências de mercado
Para 2021, a tendência, é de que empresas de todo o país continuem concentrando seus investimentos em tecnologias e funcionalidades cada vez mais específicas. De olho nisso, a Consumer diz que já se preparou.

A marca desenvolveu duas potentes soluções que prometem não só auxiliar, mas também, revolucionar o segmento food service.

Uma delas é o “Smart Delivery” solução para otimizar rotas e o tempo de entrega dos pedidos no delivery. Já a outra é o “App do Entregador”, cuja funcionalidade permite aos restaurantes acompanhar em tempo real seus entregadores na rua e toda sua operação de delivery.

“Além disso, estamos construindo uma ferramenta inovadora junto ao Google Brasil para ajudar os restaurantes a divulgar seus cardápios e a vender online de maneira simples. A previsão é de que lançamento ocorra no 1º semestre deste ano”, revela Renato.

Delivery deve se manter em alta
Renato diz ainda, que com chegada da vacina e com a pandemia controlada, a expectativa é de uma rápida retomada dos bares e negócios presenciais.

Mas, mesmo que isso venha a acontecer, ele explica o delivery seguirá forte nos próximos anos e como carro chefe para venda em vários estabelecimentos. “Os brasileiros se acostumaram com as facilidades do delivery e das compras virtuais, e eles não devem mais abrir mão dessas comodidades”, finaliza.

De encontro com a opinião do profissional, uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, mostra que 61% de mil entrevistados aumentaram a quantidade de compras feitas em e-commerce devido ao isolamento social.

Para quase metade destes compradores, o consumo nessa modalidade cresceu mais de 50%. Os itens mais comprados foram comidas e bebidas. Após a quarentena, 70% dos entrevistados pretendem comprar mais em sites e aplicativos. Isso se deve a uma satisfação de 78% nas experiências neste período.

Serviço
https://consumer.com.br

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