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IX.br ultrapassa marca de 8 Tb/s de pico de tráfego Internet

Anúncio foi feito no IX Fórum 13, evento realizado pelo NIC.br que também celebrou os 30 anos do .br e os 15 anos do IX.br

O IX Fórum 13, evento que faz parte da 9ª Semana da Infraestrutura da Internet no Brasil, reuniu nessa terça e quarta-feira (11 e 12 dezembro) diversos especialistas nacionais e internacionais para trocar experiências sobre os Pontos de Troca de Tráfego Internet (Internet Exchange ou IX) e tecnologias relacionadas. O evento, organizado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), contou com a comemoração dos 30 anos do domínio .br, dos 15 anos do IX.br, e também de um marco importante para a Internet no Brasil: o IX.br ultrapassou a marca de 8 Tb/s de pico de tráfego Internet, consolidado entre os maiores Pontos de Troca de Tráfego Internet do mundo. O evento abordou ainda temas como o impacto do 5G nas operações dos provedores de Internet (ISP – Internet Service Provider), o avanço do IPv6 em relação ao IPv4, implicações da LGPD no setor, desafios para conexões aos IXs internacionais, entre vários outros.

“Quando nos preparamos para o evento, estávamos com pico de tráfego agregado de 7 Tb/s e, hoje felizmente, estamos ultrapassando os 8 Tb/s, com o IX de São Paulo atingindo mais de 6 Tb/s. Tudo isso ocorre graças à cooperação de todos os envolvidos, o que é muito importante em nosso ambiente – o peering entre as empresas leva a Internet à frente”, explicou Milton Kaoru Kashiwakura, Diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento do NIC.br. “Para nós, esse aumento é de extrema relevância, pois significa que o trabalho que temos realizado está trazendo bons resultados e avançando cada vez mais, contribuindo sempre para o desenvolvimento da Internet no Brasil”, comentou Julio Sirota, Gerente de Infraestrutura do IX.br.

O evento abordou ainda temas como o impacto do 5G nas operações dos provedores de Internet (ISP – Internet Service Provider), o avanço do IPv6 em relação ao IPv4, implicações da LGPD no setor, desafios para conexões aos IXs internacionais, entre vários outros 

De forma complementar, Milton Kashiwakura destacou o aumento na quantidade de provedores que trocam tráfego e a importância da colaboração de associações, como Abranet, Abrint, Abramulti, Abinee Internetsul, Redeteleul, SindiTelebrasil e Telcomp, , no programa Por uma Internet Mais Segura, além de ressaltar a necessidade de migração para o IPv6. “Já temos mais de 30% do tráfego brasileiro ocorrendo em IPv6 e é muito importante acelerar essa adoção”, afirmou.

Durante os dois dias do evento estiveram presentes mais de 600 participantes, em sua maioria profissionais de provedores de acesso, conteúdo e serviços na Internet, mas com a presença também de gente do governo, universidades, fabricantes de equipamentos, entre outros tipos de empresas e organizações, que além de participar dos debates, tiveram a oportunidade de ampliar seus relacionamentos e fazer networking durante o “Beer, Gear & Peer”, tradicional momento de descontração realizado desde as primeiras edições do IX Fórum, quando o evento consistia em uma reunião informal com os participantes do IX.br. Além disso, foi divulgado no primeiro dia do evento, agora oficialmente, o Status Blog do IX.br, ferramenta desenvolvida pelo IX.br para exibir o status operacional das localidades para os participantes.

Balanço do IX.br em 2019
Considerando a capacidade instalada, se todos os participantes ativados em São Paulo utilizassem toda a sua capacidade, gerariam 26 Tb/s de tráfego Internet, enquanto no Rio de Janeiro seriam gerados 6 Tb/s. Já em termos de crescimento anual de tráfego, os PTTs mais tradicionais e antigos seguem com uma média de 40% e são liderados pelo Rio de Janeiro, que apresentou o maior aumento (48,4%), Porto Alegre (48,3%) e São Paulo (36,5%), enquanto os mais novos mostraram um crescimento muito superior, com Belo Horizonte alcançando uma taxa de 228,6% e Londrina, 177,8%.

Em relação ao número de Sistemas Autônomos (AS, redes que compõem a Internet), no começo de dezembro de 2019 havia 7.425 ASNs distribuídos no Brasil – um aumento de 940 ao longo desse ano. Considerando o crescimento de ASNs, Fortaleza se sobressaiu, registrando um aumento de 59% em 2018, e 75% em 2019. Em contrapartida, em São Paulo quase não houve alteração no número de participantes, apenas 27 novos ASNs conectados durante o ano. Isso aconteceu devido à uma dificuldade de alocação de novos endereços IP no /21 na rede de São Paulo: com 2.048 endereços IPv4 disponíveis, 60 são alocados para uso interno (roteador, servidor, entre outros) do IX.br e 1.988 estão alocados para os participantes.

“Atualmente, para ativarmos um participante em São Paulo precisamos desativar outro, o que nos deixa em uma posição de mudanças constantes – só este ano, foram feitas mais de 400 alterações. A ideia é iniciar, em janeiro de 2020, uma mudança de máscara para /20 (4.096 endereços IPv4), o que dobrará a quantidade de endereços disponíveis, sem causar transtorno algum para os IPs já utilizados”, afirma Antonio Galvão Rezende, Supervisor de Operações do IX.br.

Recuperação de custos operacionais do IX.br
O processo de recuperação de custos operacionais do IX.br começou no sentido de proporcionar ao projeto autonomia financeira operacional nos principais PTTs. A ideia, desde o início, é passar a cobrar a recuperação de custos para localidades com mais de 1 Tb/s.

“Um Internet Exchange, e o billing também, funciona com base no bom relacionamento e confiança entre todos os envolvidos. É de nosso interesse que exista o maior número de ASNs trocando tráfego, porém, apesar de a inadimplência não resultar em desligamento imediato, os ASNs que não pagarem ficarão em uma lista de devedores junto ao IX.br e poderão ter os serviços solicitados não atendidos”, alerta Sirota, do IX.br.

Evolução das redes IP: por que mudar e o que mudar?
Atualmente, existem tecnologias que estão mudando as formas de trabalho dentro do mercado, como serviços na nuvem, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), blockchain, edge computing, Big Data, entre várias outras. Rafaela Werland (Ciena), destacou a importância do 5G como tecnologia que puxará várias mudanças, como a desagregação e controle SDN.

“Com a vinda do 5G teremos uma aproximação com o usuário, que não quer mais esperar para ter e ver as coisas. Teremos, por isso, uma distribuição de conteúdo e aplicações acontecendo de forma mais rápida e também uma arquitetura muito mais modular e distribuída, seguindo uma tendência do mercado. Não podemos mais pensar em uma rede baseada em caixas que não crescem e não são escaláveis, mas sim abraçar e aceitar a transformação digital – e isso precisa ser feito também pelas operadoras de rede”, explicou.

“Outro desafio que temos visto é o crescimento do tráfego muito acelerado, com uma previsão de 320% entre 2017 e 2022. Mas quem hoje aceita pagar mais pela Internet? Ninguém aceita. Hoje em dia, não aceitamos pagar nada a mais e se pagamos, é muito pouco por um serviço muito melhor. Então, como as operadoras vão continuar com o modelo que elas têm hoje? Não tem como”, provocou Werland. A especialista apontou ainda a dificuldade de crescimento de redes IP no modelo atual, em que se substitui o equipamento IP utilizado por um maior, mais caro e com mais funcionalidades – isso se torna inviável, pois é preciso realizar uma troca constante, o que acaba tendo um custo muito alto.

Tendo em vista essas dificuldades e a necessidade por transformação, Werland explicou que o novo IP deverá ser adaptável e capaz de escalar por clientes e por recursos sob demanda, de forma que o crescimento poderá ocorrer gradualmente e lentamente, sem ser preciso trocar o hardware, uma vez que será possível mudar módulo a módulo. Esse novo IP precisará ter uma topologia e arquitetura fluída, com uma arquitetura mais modular e data e control planes desagregados. “Em oposição ao IP tradicional, cujo sucesso é medido pela velocidade, alimentação (o que é transmitido) e protocolos, o sucesso do novo IP será medido por agilidade, simplicidade e usabilidade”, concluiu.

E como fica o 5G?
O universo de serviços que a rede 5G pode oferecer está categorizado em três categorias: serviços de banda larga, que terão velocidade muito superior ao 4G e baixa latência; casos de uso, definidos como serviços de ultra velocidade e baixa latência (como telemedicina, carros autônomos, entre outros); e machine-type communication, uma espécie de IoT, mas em escala maior do que temos hoje. “Muitas pessoas pensam que o 5G é algo ainda distante, mas na prática não é bem assim – inclusive, no universo das operadoras não se fala em outra coisa a não ser o 5G. Em meados desse ano, existiam 35 operadoras com ofertas comerciais de serviços dentro do pacote do 5G. Mais que isso, no começo do ano havia 81 operadoras no mundo todo com planos concreto de serviços nesse pacote”, explica Emerson Moura, Distinguished Architect na Cisco.

Alguns dos requisitos de rede para a implementação do 5G são: baixa latência, para conectar o usuário com o conteúdo/aplicação mais próximo na rede e definir políticas de rede com métricas; escala, que envolve uma rede de transporte e IP muito maiores do que temos hoje para uma operação ágil de milhares de elementos; alta disponibilidade, que serve para serviços críticos, com a necessidade de automatização para evitar o erro humano; segurança, para o controle de acesso, identificação de ataques e filtros de tráfego; e network slicing, VPN que se estende do terminal do usuário e atende características diferenciadas de acordo com seu uso.
IPv6 e provedores regionais de Internet

Um ano após a comemoração dos 10 anos do IPv6.br e alguns dias antes do IX Fórum 13, o NIC.br realizou uma enquete com o objetivo de saber a opinião dos provedores de internet a respeito de um possível desligamento do IPv4. “Pensamos: será que todo mundo tem essa visão de que estamos migrando para uma rede só IPv6? Com isso em mente, elaboramos um questionário e ficamos bastante surpresos com as respostas: 40% dos participantes disseram não acreditar que o IPv4 seria desligado na Internet algum dia, e isso é bastante preocupante”, afirmou Antonio M. Moreiras, Gerente de Projetos e Desenvolvimento do NIC.br.

Outra questão que também trouxe preocupação foi o motivo pelo qual o IPv6 ainda não é implantado, sendo “falta de conhecimento” a resposta mais votada. “Precisamos entender por qual motivo existe essa falta de conhecimento, e se é realmente isso ou se é insegurança. Realizamos muitos treinamentos e ensinamos milhares de técnicos a respeito do IPv6, então se for medo, temos que enfrentá-lo, avaliando os riscos e chegando a uma ação bem pensada e avaliada”, explicou Moreiras.

“Precisamos voltar a falar em migração e lembrar que queremos ir na direção de uma Internet só IPv6. Isso é necessário e pode ser feito de maneira positiva – vamos encontrar formas de mostrar o valor do IPv6 para os usuários, em oposição ao IPv4, e seguir nessa jornada”, concluiu Moreiras.

Menos de um ano para a vigência da LGPD
Com o objetivo de elucidar aos participantes as especificações da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, o IX Fórum 13 recebeu Karolyne Utomi, advogada no NIC.br; Ricardo Patara, Gerente de Recursos de Numeração Internet no Registro.br; Boanerges Antonio, Controller na Eletronet; e Alexandre Pacheco da Silva, professor dos programas de graduação e pós-graduação da FGV Direito SP, para abordar os principais pontos da Lei , além das semelhanças e divergências com a GDPR (General Data Protection Regulation).

A LGPD, embora criada em 2018, entrará em vigor em menos de um ano, em agosto de 2020, e tem como principal objetivo regulamentar o tratamento de dados pessoais, isto é, aqueles que identificam ou tornam identificável uma pessoa. Os dados pessoais são utilizados em diversas atividades, geralmente naquelas com fins econômicos. “O tratamento de dados pessoais é essencial e muito benéfico, mas a partir do momento que ele ocorre de maneira antiética e violadora, pode causar algum prejuízo ao titular dos dados pessoais, prejuízo este que muitas vezes não é notificado pelas empresas”, explicou Utomi.

Um dos principais pontos da LGPD, assim como da GDPR, é a questão do consentimento para o tratamento de dados. A empresa precisa pedir de forma clara e sem usar jargões técnicos ou jurídicos (ou se usar, explicar o que significam) para que o titular possa, de fato, escolher dar o consentimento ou não. Quem fiscalizará o cumprimento da LGPD é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD), que irá monitorar e acompanhar o compliance das empresas, assim como aplicar sanções quando necessário, que vão desde uma simples advertência, passando por uma multa de até 2% do faturamento (excluindo os tributos), chegando até o bloqueio ou eliminação dos dados pessoais por parte das empresas.

Programa Por uma Internet mais Segura
O programa Por uma Internet mais Segura (https://bcp.nic.br/i+seg/) foi lançado no IX Fórum 11, em dezembro de 2017, com apoio inicial da Internet Society, Abrint, Abranet, SindiTelebrasil, com o objetivo de apoiar a comunidade técnica para reduzir ataques DDoS (Denial of Service, em português Negação de Serviço), hijacking e vulnerabilidades em geral originadas nas redes brasileiras, assim como aproximar as diferentes equipes responsáveis pela segurança e estabilidade da rede e incentivar o crescimento de uma cultura de segurança.
O papel do NIC.br no programa é de orientar os Sistemas Autônomos, a partir de uma série de ações: palestras, cursos e treinamentos, produção de materiais didáticos e de boas práticas, interação com Associações de provedores para disseminação da cultura de segurança e mitigação de problemas existentes, além da implementação de filtros de rotas no IX.br e estabelecimento de métricas e acompanhamento da efetividade das ações. Desta forma, em 2019 foram realizados 10 cursos de boas práticas ministrados pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (Ceptro.br), dois a mais que em 2018. Além disso, foram feitas também 19 palestras neste ano, nove a mais que no ano passado.

“É interessante notar que antes do programa Por uma Internet mais Segura, os problemas eram resolvidos de forma muito pontual – um esse mês, outro em três meses e assim por diante. Assim que começamos a trabalhar junto com a comunidade, isso melhorou. Em maio de 2018, as grandes operadoras somavam 575 mil endereços IP mal configurados e os ISPs e ASNs corporativos tinham 148 mil, de acordo com as notificações enviadas pelo CERT.br. Desde que o NIC.br começou a atuar no programa, reduzimos o total dos IPs notificados em 62% – segmentando esse valor, temos 60% ISPs, 1% corporativos e 39% grandes operadoras”, comemorou Gilberto Zorello, Coordenador de Programas do NIC.br. Este resultado foi obtido com o apoio das Associações de provedores Abrint, Abranet, RedeTelesul, InternetSul, Telcomp, Abramulti e do SindiTelebrasil.

Ao Programa juntaram-se outras associações: Abramulti, Abinee, Internetsul, Redetelesul e Telcomp, prosseguindo com as ações contínuas com as grandes operadoras e provedores regionais, e na realização de cursos, treinamentos e tutoriais pelo Ceptro.br, com presença também nos demais eventos organizados pelo NIC.br e CGI.br. O programa promoverá ainda encontros com provedores em reuniões bilaterais buscando diminuir e resolver as notificações de vulnerabilidade enviadas pelo CERT.br.

Pesquisa teórica e aplicada: o papel da área de medições
O SIMET realiza medições acompanhando os padrões internacionais da Internet e compara os resultados com dados internos do NIC.br, de forma a gerar análises que tragam insights relevantes e que possam proporcionar sugestões de políticas públicas quanto à qualidade da Internet brasileira. O número de medições de IP individuais chega a 2,5 milhões, com o SIMET presente em 31 locais espalhados pelo País.

O SIMET possui uma parceria com a FIESP cuja finalidade é fornecer uma visualização diferente para o usuário, mostrando de forma mais didática como está a qualidade da Internet. “Além disso, também possuímos, há mais de um ano, uma parceria com o MEC, através da qual desenvolvemos o Medidor Educação Conectada, que contabiliza 4,5 milhões de medições IP individuais em aproximadamente 3.300 municípios e mais de 18.200 escolas. Com esses dados, conseguimos perceber que as regiões Norte e Nordeste concentram escolas com velocidade de Internet menores do que outras regiões, enquanto a região Sudeste concentra escolas com menor latência. Esses números ajudam o MEC a entender o que pode ser feito em relação à qualidade da Internet nas escolas brasileiras”, explicou Milton Kashiwakura.

30 anos do .br e 15 anos do IX.br
O IX Fórum 13 contou ainda com a participação de Demi Getschko, Diretor Presidente do NIC.br; Frederico Neves, Diretor de Serviços e de Tecnologia do NIC.br; Hartmut Glaser, secretário Executivo do CGI.br; Milton Kaoru Kashiwakura, Diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento do NIC.br; e Bill Woodcock, Diretor Executivo da PCH. Durante o painel, os especialistas relembraram a trajetória do .br, que completou 30 anos em abril deste ano, e do IX.br, que chegou aos 15 anos de operação em julho deste ano, assim como a evolução da Internet no Brasil.

“Uma das questões que marca o trabalho dos PTTs é essa tendência, que nós estamos tentando forçar ainda mais, de descentralizar os processos. Todo o esforço realizado, inclusive o de levar conteúdo para PTTs menos atraentes, mostra que o nosso interesse é que a Internet no Brasil seja cada vez melhor. Fico extremamente feliz de poder contar com a ótima equipe que temos no NIC.br – um dos pontos que nos ajudou a ter bons resultados ao longo dos anos é a linha contínua de pessoas que temos já há muito tempo e uma perenidade dos nossos esforços” concluiu Demi Getschko.

Realizada pelo CGI.br e NIC.br com recursos do registro de domínios .br, a 9ª Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil também conta com o patrocínio platina da Seaborn e Abranet, além do patrocínio ouro da Cisco, EPS / Finisar, NTT, PS Network Experts, Globenet e TDec / Extreme Networks.

Serviço
https://status.ix.br

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