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Fintechs podem gerar mais de US$ 24 bi em negócios nos próximos anos

De acordo com o estudo Liga Insights Emerging, a área de Finanças & Seguros será muito impactada pelas tecnologias emergentes

No Brasil, existem atualmente 193 startups com soluções tecnológicas emergentes – capazes de desenvolver tecnologias que irão impactar e revolucionar os modelos de negócios e sociedade no prazo de 5 a 10 anos. Desse total, 6% investem em Inteligência Artificial, tecnologia muito usada em startups que oferecem inovações para o segmento de Finanças e Seguros, como as insurtechs e fintechs – que segundo o estudo, devem gerar US$ 24 bilhões em negócios nos próximos anos.

Brasil foi o 8º país com o maior volume de investimentos em fintechs no ano passado

O Liga Insights Emerging Technologies – estudo desenvolvido pela Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – mostra ainda que o Brasil foi o 8º país com o maior volume de investimentos em fintechs no ano passado. Foram mais de US$ 160 milhões movimentados.

Uma startup que está inovando no setor é a Nexoos – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – que consegue oferecer financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com muito menos burocracia que os bancos tradicionais.

A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial – a startup desenvolveu um algoritmo exclusivo para precificar as empresas. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais das empresas requerentes.

Tecnologias emergentes

No segmento de Finanças e Seguros as inovações que mais surgem estão ligadas a Big Data, Analytics, Inteligência Artificial, Blockchain e Criptomoedas – categoria que se destacou em 2017 com o maior número de startups criadas.

Inovações como blockchain vão revolucionar todos os processos que envolvem trânsito de informações e certificações de dados. “O blockchain poderá ser usado para tornar os processos transacionais ainda mais seguros, tendo sua aplicação indo além do mercado financeiro, atuando também nas áreas de supply-chain, documentos, seguros e até em processos eleitorais com votos”, analisa Rogério Tamassia, co-fouder da Liga Ventures.

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