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Empresas listam barreiras e perspectivas para conquistar a Transformação Digital

O Índice DT 2020, realizado pela Dell e Intel expoe um panorama acerca de estratégias e investimentos em digitalização

Tornou-se lugar comum falar que a pandemia desencadeada pelo novo Coronavírus mudou hábitos pessoais e corporativos e provocou um repensar de estratégias das empresas em relação à adoção de tecnologias. Porém, outra coisa é trazer à luz números baseados em estudo, fundamental para estratégias de todo o mercado fornecedor.

O Índice de Transformação Digital 2020, ou DT Index, é um levantamento contratado pela Dell Technologies e pela Intel e produzido pela Vanson Bourne junto a 4,3 mil tomadores de decisão de empresas de médio a grande portes, sendo 400 no Brasil. Realizado em julho e agosto, a sondagem cobre 12 setores em 18 países para identificar como a pandemia impactou as estratégias e os investimentos em Transformação Digital.

O índice entre retardatárias e seguidoras em 2016 era de 32% e hoje é de 10% e, as identificadas como líderes há três anos era de 12% e agora em 2020 caiu para 4%

Pegas de surpresa, as principais preocupações das empresas no Brasil foram buscar soluções que garantissem o trabalho remoto; readequar a gestão da empresa com experiências digitais para clientes e funcionários; melhorar a segurança cibernética; ampliar o escopo de atuação e transformar o desenvolvimento na borda.

Em 2020, 87,5% das empresas instaladas no Brasil tiveram alguma iniciativa com vistas à Transformação Digital, índice superior à média mundial, que é de 80%. O estudo revela que 96% das empresas instaladas no Brasil reconhecem que a infraestrutura de TI adequada passou a ser um fator essencial para o sucesso na jornada de digitalização dos negócios.

Maturidade digital
Líder da Dell Technologies no Brasil foi quem apresentou o resultado desta terceira edição do estudo que teve a série iniciada em 2016. Ele conta que há uma nova curva de Transformação Digital e forma de medir em diferentes graus de maturidade neste quesito. São cinco os grupos de referência nominados pela Dell: líderes digitais; adotantes digitais; avaliadoras digitais; seguidoras e as retardatárias digitais. Sendo as primeiras, aquelas que o digital está integrado ao seu DNA e, a última, as que não têm planos de digitalização.
“O índice entre retardatárias e seguidoras em 2016 era de 32% e hoje é de 10% e, as identificadas como líderes há três anos era de 12% e agora em 2020 caiu para 4%”, destaca Puerta.

Empecilhos apontados
O estudo revela que 95,5% das empresas entrevistadas enfrentam barreiras de cunho tecnológico, de pessoas e de cenário de mercado. Há muita dificuldade para se conquistar a propalada Transformação Digital. “Muitos pontos foram apontados como barreiras, porém, não inviabilizam esses investimentos”, opina o executivo que continua: “nosso papel é ajudar os clientes entenderem como a tecnologia pode combater e superar esses empecilhos”.
Entre os itens citados constam a falta de crescimento econômico; incapacidade de se extrair informações dos dados; questões relativas à privacidade e cibersegurança; falta de recursos e orçamento e mudanças regulatórias ou a legislação.

Puerta avalia que a TI é forte aliada para superar e mitigar o impacto dessas barreiras e, que a falta de talento deveria ser um dos principais fatores para se encarar a jornada e “sequer foi citada”.

Quando o tema é investimento em TI, as novas tecnologias aparecem de forma expressiva, a exemplo de 5G (53%), Multi-cloud (52%), cibersecurity (48%), Robótica (31,5%).

Para o futuro próximo
Realidade Aumentada será usada para um aprendizado ou correção de forma rápida (83%). Já 86% dos entrevistados acreditam que as empresas usarão Inteligência Artificial e modelos de dados para prever disrupções potenciais e, 85% preveem sistemas de registros distribuídos como Blockchain permitirão uma economia mais justa ao cortar intermediários.

“A continuidade dos negócios exige resiliência e as empresas precisam estar prontas para o novo, já que o mundo pode mudar em um instante. Precisam buscar aliados para que se adaptem de forma rápida à novas rotinas e fronteiras, fato que demanda uma TI flexível e moderna”, finaliza Puerta.

Serviço
https://www.delltechnologies.com/pt-br/index.htm

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