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Dynatrace promete autonomia na gestão da nuvem

Inteligência Artificial e automação são as bases da plataforma e da metodologia desenvolvida pela empresa

Com a disponibilização de metodologia de gestão autônoma da cloud, a Dynatrace, busca não apenas uma melhor interface do produto mas, de forma ampliada e abrangente, fazer a entrega automatizada e enquadrar a ferramenta em todo o processo. “Desenvolvemos uma metodologia para obter a autonomia desejável por todo o ecossistema”, defende o presidente da Dynatrace Brasil, Roberto de Carvalho.

A partir da sua plataforma de software inteligente que tem na base a tecnologia de Inteligência Artificial, a companhia tem levado aos clientes um novo modelo de suporte técnico, que permite interagir em tempo real ao adotar metodologia Autonomous Cloud Management na prática. Esta metodologia passou por experiência interna durante cinco anos antes de ser colocada no mercado. De acordo com o executivo, ela está reduzida, não tem mais o conceito de Centro de Operações de rede ou Network Operation Center – NOC, e evoluiu para o conceito de Centro de Experiência Digital.

A partir da sua plataforma de software inteligente que tem na base a tecnologia de Inteligência Artificial, a companhia tem levado aos clientes um novo modelo de suporte técnico, que permite interagir em tempo real ao adotar metodologia Autonomous Cloud Management na prática  

Esse modelo de suporte foi lançado há um ano em âmbito mundial e tem foco voltado para as consultorias e não somente para grandes empresas. “As consultorias estão no centro estratégico do DevOps”, afirma e cita como exemplo a Accenture, que já é parceira. A proposta é capacitar as organizações a redefinir o monitoramento à medida que as empresas nativas da nuvem evoluem para o último estágio, o NoOps. O novo conceito está catalisando a gestão autônoma para lidar com todas as dificuldades que a computação em nuvem apresenta e, inclusive, com tudo o que ela contém.

A Dynatrace estima que este é um mercado de US$ 17 bilhões e, por isso, desperta grande interesse em todo o ecossistema. O modelo cria novas ofertas de terceirização para consultorias, que lidam com a gestão e a simplificação das clouds. “Há grande demanda por serviços de outsourcing de infraestrutura, de aplicação e de toda a sustentação para muitas empresas”, indica Carvalho.

Novidade
Digital Business Analytics é um conceito que combina diferentes módulos e agora insere um link com o negócio, ou seja, torna mais sofisticada a gestão da TI. É possível monitorar todos os processos; gerenciar níveis de serviços e estar inserido na gestão de TI. “O diferencial é a associação da visão de negócios com a TI, no dia a dia da empresa”, destaca o presidente da Dynatrace no Brasil.

A meta é promover essa cultura no cliente e fazer com que a estratégia de DevOps aproxime o desenvolvimento da área de operação de forma colaborativa. “Fazemos uma tomografia computadorizada de todo o ambiente”, diz.

Para o canal
Os parceiros de vendas participam de um programa de canais que contempla capacitação e treinamento online e presencial, e recebem apoio da equipe técnica da Dynatrace, que mantém o Cloud Autonomous Lab. Nele, clientes e parceiros podem revisar conceitos e aprender, por exemplo, como automatizar processos de monitoramento, como criar gateways para diminuir problemas e aumentar a performance e, ainda, como gerar pipeline de desenvolvimento que não se quebre.

O diretor de alianças para América Latina da Dynatrace, Robert Staples, conta que o programa de canal é global e contempla os níveis Autorizadas, com 73 empresas parceiras, o Avançado, com quatro e o Premier, que conta com apenas três parceiros em toda a América Latina: na Argentina, Chile e no Brasil, com a Stefanini.

Para saltar de um nível para outro, os critérios são volume de vendas e certificações, que podem ser obtidas de forma virtual e são “bem difíceis e rigorosas”, segundo Staples.

Existem programas que orientam como fazer prova de conceito e outra modalidade de parceria com integradores de sistemas, além de alianças com empresas de tecnologia como AWS e Microsoft, de quem Dynatrace é ISV.

“Todos os anos a companhia revisa a performance de cada parceiro, com base em critérios como conquista de novos clientes e o número de cloud arquitetos”, conta Staples.

A companhia faz vendas diretas, porém, a indireta é a de maior volume.

Separada da Compuwere em dezembro de 2014, a Dynatrace vem ganhando espaço no País e reconhecimento de mercado. Foi reconhecida como líder pelo Gartner em gestão de performance de aplicativos e vem expandindo atuação para gestão de experiência digital, analytics, monitoramento de cloud e Inteligência Artificial para a operação – IA Ops. A plataforma da empresa é utilizada por empresas como Bradesco, Sul América, banco Carrefour, Claro, Atlas Quantum, Unimed Belo Horizonte, VR serviços, Via Varejo, Leroy Merlin e Smiles.

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