Gestão

Demanda por segurança em Nuvem impulsiona Forcepoint no Brasil

Busca por segurança remota e LGPD são os principais fatores que alavancaram os negócios da companhia no País

O ano de 2020 tem sido muito desafiador para todas as empresas, não só no Brasil, como no Mundo inteiro. A pandemia do novo coronavírus acelerou a migração do ambiente de escritório para o modelo home office, o que criou uma necessidade imediata de CIOs e CISOs reverem os modelos de segurança de suas empresas. No cenário do Brasil há ainda um outro fator que faz com que os principais gestores se atentem para a segurança de seus dados: a Lei Geral de Proteção de Dados, LGPD.

Diante deste cenário, a Forcepoint, empresa global em cibersegurança, anuncia crescimento de 15% em vendas no território nacional durante o primeiro semestre de 2020. Felipe Canale, country manager da companhia no Brasil, prevê crescimento entre 40 e 50% no comparativo ano a ano. “Com esse resultado já temos conversado internamente sobre o aumento da nossa equipe no Brasil e esperamos adicionar mais 30% de novos colaboradores para 2021”, afirma.

O ano de 2020 tem sido muito desafiador para todas as empresas, não só no Brasil, como no Mundo inteiro   

Atualmente a companhia tem mais de 400 clientes ativos no Brasil de todos os segmentos, como por exemplo algumas das principais instituições financeiras da América Latina e alguns órgãos públicos.

“Definitivamente a LGPD (recentemente confirmada para este ano) ajudou a impulsionar investimentos em segurança, em especial proteção de dados, onde a Forcepoint se destaca mundialmente há mais de 10 anos. A pandemia, por sua vez, prejudicou algumas empresas forçando o adiamento de investimentos ou troca de plataforma previstos, porém a necessidade de trabalho remoto do dia para a noite trouxe novas oportunidades pois, além da conectividade, é necessário que esse trabalho remoto seja seguro. Um bom exemplo positivo foi a flexibilidade que nossos clientes tiveram em simplesmente mudar a licença antes 100% on premise para uma licença hibrida ou 100% Cloud sem custo adicional suportando essas mudanças”, diz Canale.

“Nossa estratégia está alinhada ao SASE (Secure Access Service Edge) do Gartner, que vai guiar a nova infraestrutura de segurança nos próximos 5 anos. Nossas soluções já estão prontas para Cloud porém com a flexibilidade de serem hibridas, até que o caminho completo para nuvem seja concluído” argumenta.

O executivo acredita que, de maneira geral, as empresas brasileiras estão preparadas para garantir a segurança de seus dados. “As empresas que sempre tiveram maturidade em segurança passaram estes últimos dois anos, antes da lei entrar em vigor, de forma mais suave. Aquelas com maturidade mais baixa, sofreram no início, mas estão avançando significativamente. A Pandemia fez com que a o resultado da transformação digital esperada para os próximos 3 anos acontecesse em 3 meses, e segurança da informação aproveitou a onda”, destaca Canale.

A Forcepoint é conhecida por este nome há apenas 4 anos (anteriormente era conhecida como Websense ou Raytheon|Websense), mas tem uma presença no Brasil há mais de 15, suportando clientes e canais.

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