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De olho no potencial das PMEs

A Red Hat aposta na aceleração de projetos com este perfil e procura canais nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, é o que mostra a reportagem publicada na edição impressa de dezembro. Confira!

Jornada digital, transformação digital…as palavras de ordem do mercado de TI vão chegar às pequenas e médias empresas, pelo menos é o plano da Red Hat de acordo com entrevista exclusiva realizada com Paulo Ceschin, diretor de vendas para o middle market da Red Hat Brasil. Afinal, a fornecedora de soluções open source está investindo na automatização de processos operacionais das PMEs.

O plano de Ceschin passa inclusive por uma maior capilaridade. “Temos a necessidade de encontrar novos parceiros no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. E talvez até mesmo no Sudeste e Sul, por meio de canais regionais que sejam orientados a verticais de negócios, como serviços e indústria no Sul”, enumera, enfatizando que em sua área o trabalho é 100% com vendas indiretas. Como perfil dos parceiros, adianta o executivo, o DNA deles pode ser voltado tanto para plataformas, que vão atender processos de infraestrutura, ou ainda para o desenvolvimento de sistemas, que neste caso serão treinados em DevOps e metodologia ágil.

O DNA das empresas interessadas pode ser voltado tanto para plataformas, que vão atender a processos de infraestrutura, ou ainda para o desenvolvimento de sistemas que, neste caso, serão treinadas em DevOps e metodologia ágil

Questionado se esse planejamento se deve a uma maior aderência das PMEs a ideia de automatização dos processos operacionais, o executivo aponta que sim, estimulados pela computação na nuvem, digitalização e, claro, pela diminuição de custos. “O drive de redução de custos ainda é alto, mas estes outros fatores começam a ser visados”, garante Ceschin, que admite que as médias empresas estão mais propensas a investir. “E elas querem um retorno bem rápido”.

Como exemplo de resultados, ele cita que as empresas de médio porte conseguem desenvolver software mais rápido, entre 60% a 65%; garantem redução de 33% nos custos com infraestrutura e ainda apresentam maior segurança. “Rodamos nos clientes um modelo de demonstração, um test drive mesmo, e normalmente eles pedem para não retirar e já começar o funcionamento pleno”, garante.

Porém, quem vai demandar mais projetos entre as PMEs? Para o executivo, os segmentos financeiro – bancos e seguradoras de médio porte – e o de saúde estão aquecidos. Já os mais atrasados estão ligados à indústria, especialmente automobilística, e ao varejo.

“Compartilhamos com os clientes a nossa experiência em diferentes segmentos e a proposta do open source, na qual o cliente não fica preso a um fornecedor”, completa Ceschin. Em setembro e outubro, a empresa investiu em um road show na região Nordeste que, de acordo com o executivo, obteve uma ótima resposta desta proposta para as PMEs junto a clientes e prospects.

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