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Chega ao mercado primeira criptomoeda verde regulada

Empresa Brasileira de Conservação de Florestas lança a Amazonians Green Coin em parceria com instituições financeiras internacionais

A AMAcoin (Amazonians Green Coin), primeira criptomoeda verde regulada do mundo, começa a ser vendida globalmente em 1º de novembro, quando terá venda privada para investidores. Em dezembro 2019 e janeiro 2020, será a vez da venda pré-ICO (pre-Initial Coin Offering). Entre fevereiro e abril de 2020, a moeda estará à venda para o público em geral por meio de corretoras internacionais (initial exchange offering). O objetivo é financiar projetos de desenvolvimento sustentável na Amazônia focados no combate ao desmatamento, pobreza, aquecimento global e poluição.

Diferente das criptomedas já lançadas, a AMAcoin é regulada pela Autoridade Federal de Vigilância do Mercado Financeiro suíço, a FINMA (Swiss Financial Market Supervisory Authority), o que garante mais transparência e segurança para o investidor.

Entre fevereiro e abril de 2020, a moeda estará à venda para o público em geral por meio de corretoras internacionais (initial exchange offering). O objetivo é financiar projetos de desenvolvimento sustentável na Amazônia focados no combate ao desmatamento, pobreza, aquecimento global e poluição 

“A AMAcoin é um ativo financeiro tradicional que usa a tecnologia blockchain. Diferente das criptomoedas tradicionais, não pode ser minerada e é regulada pela Autoridade Federal de Vigilância do Mercado Financeiro suíço, a FINMA (Swiss Financial Market Supervisory Authority). Além disso, é uma moeda que tem por trás um bem tangível e auditável que é a reserva da EBCF na Amazônia”, explica Nilton Constantino, Associate Partner da KPMG e um dos sócios da EBCF na execução desse projeto.

Outros diferenciais da AMAcoin:
-Exigência de identificação do investidor
-Obrigatoriedade dos procedimentos de “KYC” e “AML”
-Acesso garantido aos relatórios de auditoria em relação a alocação de todos os recursos investidos
-Utilização dos recursos especificamente para:
*Criação de novas reservas sustentáveis protegidas;
*Implementação de projetos ambientais de monitoramento e inventário das espécies raras, nativas e em extinção;
*Implementação de projetos sociais em mais de 15 comunidades tradicionais locais, com 3.000 famílias beneficiadas nas áreas da saúde, educação, empoderamento feminino, geração de renda e infraestrutura;
-Implementação de projetos voltados a redução de emissões de CO2;
-Desenvolvimento de produtos e serviços ambientais.
-Porcentagem mínima de alocação para fundadores da empresa

Investimento sustentável
A AMAcoin é um projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Conservação de Florestas (EBCF), mas é resultado de parcerias com instituições internacionais. Para lançar a AMAcoin foi criada a EBCF Amazonians Green Assets SA, com sede em Genebra, Suíça.

O CEO da empresa, Leonardo Barrionuevo, explica que a AMAcoin é um instrumento financeiro voltado para a iniciativa privada e ao indivíduo para que, ao mesmo tempo, possam investir e promover a conservação da floresta Amazônica. “Dos 50 mil acres iniciais já transformados em áreas protegidas, queremos ampliar a área de proteção ambiental para mais 2 milhões de acres e aumentar os projetos sociais, ambientais, climáticos e econômicos já realizados nas comunidades beneficiadas pelo projeto”, destaca.

Foi criada há mais de uma década com o objetivo de combater o desmatamento, a pobreza e o aquecimento global através da criação e gestão de Unidades de Conservação Sustentáveis na Amazônia. Nesse período, foram investidos mais de R$ 50 milhões em processos de regulamentação das áreas, plano de gestão das reservas, processos de certificação do projeto de REDD+ e redução de emissões de CO2, planos de monitoramento, inventários de fauna e flora, expedições, programas sociais como o “Água pura para todos”, “Saúde na Amazônia”, “Sensus”, geração de matrizes de sustentabilidade, dentre outros projetos econômicos focados na proteção das áreas ,na proteção da biodiversidade e no desenvolvimento das comunidades regionais.

A empresa possui um mosaico de áreas de 50 mil acres no município de Manicoré (AM), a 333 km de distância de Manaus, entre os Rios Madeira e Amapá, reconhecida como área privada de conservação. No local, moram mais de 3 mil pessoas distribuídas em 15 comunidades.

 

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