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BPO é método seguro de se adentrar a era da segurança fiscal

Crescimento do fluxo de informações é um dos vários desafios herdados pelo período de coronavírus e cabe ao gestor se atentar a alternativas inovadoras a fim de garantir a integridade de suas operações.

Entre as consequências da Transformação Digital e suas implicações para o cotidiano das empresas, certamente, a forma como lidamos com o uso e armazenamento de dados ganhou novos ares de imediatismo, tanto por parte do mercado, quanto pela conscientização do público-consumidor, cada vez mais interessado na forma como as marcas utilizam suas informações. Em decorrência desse fenômeno, tornou-se clara a necessidade de se respaldar essa mentalidade legalmente. Logo, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi elaborada, com a finalidade principal de garantir a segurança e transparência informacional.

Com a normalização das atividades e o retorno gradual de setores importantes do país, as organizações encontrarão um cenário fiscal extremamente caótico e afetado pelas sequelas dos meses que passaram. Novos calendários e datas para o pagamento de obrigações, vigência da LGPD em debate e próxima de ocorrer, retomada econômica e os obstáculos comuns à recuperação, são apenas alguns exemplos que justificam a tomada de medidas radicais nesse sentido.

Como o BPO pode ajudar?
Não é de hoje que o suporte tecnológico tem se mostrado a saída mais adequada quando o assunto é segurança da informação. Sob a tutela de procedimentos guiados pela máquina, o gestor tem a tranquilidade de sustentar em sua empresa um fluxo de dados pouco suscetível a erros e falhas críticas. O BPO simboliza esse sinal positivo à implementação da tecnologia. Trata-se de um serviço terceirizado que prioriza a excelência no campo financeiro e contábil, unindo equipes de profissionais especializados no tema somados à assertividade marcante de ferramentas inovadoras.

Redirecionar a gestão fiscal para o outsourcing é um movimento bem-vindo em um futuro no qual praticamente todas as empresas estão se reorganizando a passos vagarosos. Não há espaço para ações equivocadas e com a responsabilidade transferida para a empresa contratada, o líder terá condições de centralizar suas atenções em atividades mais estratégicas. Os ganhos são diversos e vão de encontro à estruturação de um departamento contábil consolidado.

O desafio de acompanhar as regras da legislação fiscal
O cenário fiscal do país é dinâmico e extremamente caótico, isso é fato. Se você é responsável pela condução desse departamento em sua empresa, exercendo a posição de CFO, é bem provável que esteja enfrentando dificuldades para atender regulamentações que se encontram em constante atualização. Enviar obrigações que estão fora do escopo operacional das equipes envolvidas não só reduz o tempo e produtividade de profissionais desacostumados com essas práticas, como deixa aberta a possibilidade de erros críticos ocorrerem.

Dentro desse contexto, o BPO carrega entre seus objetivos o compromisso de corresponder às regras fiscais mais recentes, respeitando prazos, datas e um calendário totalmente afetado pelo período de coronavírus. Redirecionar essa função primordial para serviços terceirizados pode servir como um desafogo bem-vindo em áreas financeiras e setores de RH.

Foco no negócio e investimento no que realmente importa
O crescente uso do outsourcing no mercado nacional não é por acaso. Líderes corporativos têm percebido as reais contribuições do BPO e como elas podem melhorar as operações da empresa em sua totalidade, aprimorando entregas e potencializando a obtenção de resultados.

Por fim, volto a destacar a urgência do assunto debatido neste artigo. Encontrar meios de se introduzir a segurança fiscal à cultura interna é possível, basta se movimentar com esse objetivo em mente. As motivações são claras e estão colocadas na mesa. O BPO é um reflexo dessa tendência apoiada pela tecnologia e pode ser o que faltava para que o primeiro passo de sua empresa seja dado.

Como você enxerga o papel do BPO no processo de segurança fiscal? Participe do debate e faça essa reflexão!

Por Mauro Inagaki, CEO na b2finance

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