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Abinc e Softline firmam parceria para oferta de soluções de IoT

A parceria oferece uma estrutura especializada e unificada, desenvolvida para sincronizar os interesses e objetivos de IT e OT e prover soluções abrangentes, compostas por hardware, software e serviços especializados para adoção e gestão dos equipamentos conectados, independentemente do nível de maturidade do negócio

Em sua missão de catalisar, fomentar e promover os diferentes interesses e necessidades destinados aos negócios de IoT, a Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc) anuncia parceria com a Softline, uma empresa global de tecnologia. O acordo busca facilitar o acesso à tecnologia da informação (IT) aliada à tecnologia operacional (OT) por empresas de diferentes segmentos, uma vez que as duas tecnologias são partes essenciais para a longevidade das iniciativas de IoT, garantindo o alinhamento às demandas do negócio e a resolução de questões relacionadas à cibersegurança, escalabilidade de processamento de dados e estratégia de cloud.

Com isso, empresas focadas em tecnologia filiadas à Abinc como Konitech, MOB e Oransys, focadas na tecnologia operacional e a própria Softline, focada na tecnologia da informação, unirão esforços para facilitar a adoção de forma segura e escalável da Internet das Coisas e evitar os conflitos que normalmente acontecem quando a empresa tem que lidar com a IT e OT de forma separada, como problemas de comunicação e a dificuldade do acesso ao orçamento adicional para garantir a longevidade das iniciativas de IoT.

O acordo busca facilitar o acesso à tecnologia da informação (IT) aliada à tecnologia operacional (OT) por empresas de diferentes segmentos, uma vez que as duas tecnologias são partes essenciais para a longevidade das iniciativas de IoT, garantindo o alinhamento às demandas do negócio e a resolução de questões relacionadas à cibersegurança, escalabilidade de processamento de dados e estratégia de cloud    

“Um dos grandes desafios para a evolução dos projetos de IoT no mercado é a distância entre tecnologia da informação e automação industrial. A Aliança IoTeam vai dar um empurrão nesse desenvolvimento, uma vez que facilitará o acesso a fornecedores especializados e experientes nos segmentos de negócios priorizados pela aliança, que oferecem tecnologia de ponta a ponta e soluções como serviços baseados na nuvem”, afirma Eduardo Borba, Presidente da Softline no Brasil.

Frentes prioritárias são pautadas pelo Plano Nacional de IoT
As frentes prioritárias a serem exploradas por esta parceria foram escolhidas a partir da definição do Plano Nacional de Internet das Coisas, com foco inicial no segmento de Manufatura, por ser a frente que apresenta maior potencial de ganhos no Brasil. Na sequência serão incluídas outras verticais, agregando outras empresas à aliança, e sempre focando na oferta de soluções com custo acessível e escalável para adoção simplificada por empresas de todos os portes.

Flávio Maeda, Presidente da Abinc, afirma que a IoT exige uma combinação de tecnologias, produtos e serviços diferentes, e isso demanda uma oferta integrada e coordenada de várias empresas: “A parceria com a Softline vem para ajudar os nossos associados a montar todo esse quebra-cabeças e auxiliar as empresas na implementação da Internet das Coisas de forma segura e escalável”, destaca ao comentar que, muitas vezes, as empresas conseguem experimentar as novas tecnologias internamente, validar o modelo de negócios mas na hora de expandir, não conseguem fazer com recursos próprios e não sabem onde encontrar a solução que precisam no mercado.

De acordo com a McKinsey, consultoria empresarial norte-americana, a IoT tem o potencial de movimentar US$ 200 bilhões no Brasil a partir de 2025, contribuindo para a melhora na competitividade da economia nacional, no aprimoramento dos serviços públicos e na qualidade de vida da população: “As fábricas têm o potencial de liderar esses ganhos e seguimos andando lado a lado com empresas do setor para estimular o diálogo e a troca de experiências, para que negócios de IoT consigam ser tirados do papel e colocados em prática”, conclui Flávio.

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