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ABESE discute novas tecnologias no combate ao feminicídio na Câmara dos Deputados

O seminário organizado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher tratou sobre o uso da tecnologia para proteção às mulheres e famílias

De acordo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos, o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de Feminicídio. Para reverter esse cenário, a tecnologia é aliada das mulheres e também das autoridades – é o que foi tratado durante o Seminário organizado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados no dia 27 de junho. O evento contou com a participação da Associação Brasileira de Empresas de Sistema de Segurança Eletrônica (ABESE) que apresentou soluções que já estão disponíveis para a proteção contra a violência doméstica e de gênero.

Com a presença da presidente da Associação, Selma Migliori, o debate  mostrou o envolvimento do setor de segurança eletrônica para medidas urgentes contra o Feminicídio. “A tecnologia é uma ferramenta poderosa no combate à violência doméstica e ao feminicídio. Hoje as câmeras de videomonitoramento estão presentes onde muitas vezes ninguém mais está. O mesmo acontece com os smartphones. É preciso fazer uso desses recursos o mais rápido possível”, explica.

O evento contou também com a apresentação de três aplicativos desenvolvidos para agilizar o atendimento às vítimas. Como o Sistema de Proteção Compartilhada – Security Care, uma das startups classificadas na inovadora Arena Abese Conecte-se na Exposec 2019, feira de segurança eletrônica da América Latina. A aplicação ajuda a combater crimes de feminicídio, emitindo alertas às vítimas caso o agressor viole a medida protetiva que impede a aproximação. Através de um sensor, o aplicativo alerta caso haja a aproximação e avisa aos protetores e órgãos da Segurança Pública, além de outras soluções.

Também foram mostrados o programa Eva Bolt, desenvolvido por calouros do curso de direito da Faculdade Anhanguera de Jaraguá do Sul durante o Global Legal Hackaton. O APP PenhaS, plataforma idealizada pela ONG AzMina que reúne o compartilhamento de informações, diálogo e a participação da sociedade por meio da criação de um grupo de proteção. A partir do diálogo com o setor de segurança pública e também particular, a ABESE pretende incentivar a adoção de medidas e a integração destes recursos contra o feminicídio em projetos de segurança eletrônica.

 

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