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A era da exponencialidade

Estamos vivendo a era da exponencialidade. Organizações estão deixando de lado seus tradicionais modelos incrementais lineares, dando espaço a modelos disruptivos, totalmente inovadores e com intensidade exponencial. O uso de tecnologia com inteligência artificial, neurociência, biotecnologia, nuvem entre outras, está causando profundas mudanças na economia, na competitividade e por consequência, nas organizações de todos os segmentos.

A transformação digital impulsionada pela adoção de tecnologias disruptivas exigem protagonismo das áreas de TI e seus executivos. A nova TI tem que ser ágil e moderna, com foco na experiência de seus clientes e com seu mindset totalmente voltado para a estratégia e transformação do negócio. A adoção de uma estratégia de Outsourcing das Coisas tem sido uma ótima alternativa para liberar os executivos de TI da gestão de seus ativos, mantendo e até melhorando os níveis de serviços de sua operação.

A implementação de um modelo de outsourcing traz, dentre inúmeros benefícios, ganho de produtividade e vantagem competitiva para as empresas, mas para se obter sucesso é necessário levar alguns pontos importantes em consideração.

1-PDTI (Plano Diretor de TI): É fundamental que seja realizado um diagnóstico e definição de um PDTI que dará sustentação à estratégia de adoção de soluções como serviços e que fornecerá as diretrizes de prioridades e oportunidades adequadas a cada organização;

2-Análise financeira: Não é incomum ver iniciativas naufragarem por falta de viabilidade financeira, muitas vezes verbalizada com “a conta não fecha”. O que ocorre na verdade é que na maioria das vezes os estudos de ROI (Return On Investment) são ofuscados, ora por custos indiretos ou “invisíveis” que não são corretamente dimensionados, ora por não considerar os ganhos ou “upsides” que uma nova solução pode trazer ao negócio, proporcionando reduções de custo em outras partes do processo produtivo.

3-Aproveite os novos recursos e possibilidades: Uma correta estratégia de terceirização desata as amarras que impunham limites e restrições para as tradicionais soluções de TI, e passa a oferecer diversos novos recursos e alternativas como escalabilidade, computação em nuvem, machine learning, IA dentre outras que irão exponencializar os resultados que a TI pode agregar ao negócio. Colha os frutos.

4-Comece pequeno, pense grande: A adoção de uma estratégia baseada em “quick wins” é fundamental para garantir o engajamento da corporação e também para fornecer créditos que revalidem os próximos desafios.
A trajetória a ser perseguida pelos CIOs não é simples, tampouco fácil de ser implementada, mas os resultados obtidos fazem a jornada valer a pena.

Por Carlos Pulici, diretor de operações da Simpress

 

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