Gestão

43% das empresas com desejam utilizar soluções integradas de gerenciamento de TI

54% dos entrevistados reconhecem ter de realizar conexões manuais entre seis ou mais plataformas de gerenciamento de TI e 47% dos gestores priorizam soluções de gerenciamento voltadas para a disponibilidade de serviços (aplicações) e não dedicadas a informar o status de dispositivos da rede

A Paessler, empresa especializada em monitoração de redes, anuncia os resultados da pesquisa “Network Management Megatrends 2020: Enterprises Embrace NetSecOps, the Internet of Things and Streaming Network Telemetry”, levantamento feito pelo instituto de análise de mercado EMA (Enterprise Monitoring Associates) com 360 gestores de TI de todo o mundo. “Essa pesquisa analisa os desafios de gestão de infraestrutura enfrentados por grandes corporações, empresas com 10.000 ou mais usuários e ambientes heterogêneos e distribuídos”, ressalta Luis Aris, gerente de desenvolvimento de negócios da Paessler Latam. 43% desse universo afirmou desejar trabalhar com uma única solução de gerenciamento, uma oferta unificada e com abordagem multiplataforma. 33% são ainda mais exigentes, e desejam trabalhar com uma solução absolutamente integrada, de forma nativa. Somente 7% preferem utilizar soluções isoladas de gerenciamento, focadas em arquiteturas e áreas específicas da TI.

“É curioso, no entanto, que a realidade mostrada pela pesquisa da EMA seja diferente desses resultados. 54% dos gestores de TI entrevistados reconhecem que trabalham simultaneamente com seis ou mais plataformas de gerenciamento”, diz Aris.

Hoje, a colaboração entre profissionais de TI trabalhando fora do perímetro é uma realidade  

Segundo Aris, há múltiplas consequências para o uso de soluções fragmentadas de gerenciamento. “O fluxo de trabalho do gestor também fica fragmentado, aumentando a ineficiência da equipe de TI”. Outro problema diz respeito às falhas na visibilidade de 360 graus sobre a extensa infraestrutura das grandes corporações. Em vez de contarem com uma solução holística, que automatize toda a visão sobre os ambientes da empresa, essa fragmentação exige que o gestor realize manualmente cálculos e cruzamentos de dados para chegar a diagnósticos de suporte à decisão.

Para Aris, a chegada da pandemia e do Novo Normal potencializa os problemas causados por essa visão fragmentada da infraestrutura das grandes empresas usuárias. “Hoje, a colaboração entre profissionais de TI trabalhando fora do perímetro é uma realidade. Sem o auxílio de soluções integradas e automatizadas de gerenciamento de rede, aumenta a chance de desconexão entre os times de TI e do surgimento de falhas com impacto direto sobre os negócios”.

A pesquisa da EMA mostra, também, que 47% dos gestores preferem trabalhar com uma plataforma de gerenciamento de infraestrutura focada em serviços (aplicações), e não no funcionamento de dispositivos. Somente 17% desejam utilizar soluções de gerenciamento com foco nos dispositivos. Um dos entrevistados, um executivo de uma grande empresa norte-americana, explica o que está por trás desse contexto. “Se eu tenho uma rede com 4.000 portas de comunicação, eu não quero saber o status dessas portas. O que eu quero saber é se essa infraestrutura está suportando a aplicação que, por sua vez, apoia nossos processos de negócios”.

Uma resposta a esse e outros desafios abordados na pesquisa da EMA pode ser o Paessler PRTG Enterprise Monitor, solução sob medida para as demandas de monitoração de grandes corporações. “O PRTG Enterprise Monitor oferece um painel de controle com foco em serviços de aplicações e fluxos de trabalho, permitindo o gerenciamento de diferentes infraestruturas em múltiplas localizações”, detalha Arís. Outro diferencial dessa plataforma é o recurso ITOPs Board, que oferece painéis de controle personalizáveis, consolidando métricas e análises de múltiplos servidores PRTG implementados em grandes empresas.

“A produtividade dos times de TI aumenta com o PRTG Enterprise Monitor”, ressalta Arís. “Não há módulos separados ou produtos pontuais para instalar. Todos os fluxos de trabalho e funcionalidades são integrados em uma única plataforma”. Com isso, um único gestor de rede tem a capacidade de descobrir as mais diferentes plataformas integradas à infraestrutura de TI e, a partir daí, estabelecer políticas de monitoramento. “Tudo isso é feito de forma automatizada e controlada, de modo a elevar a maturidade digital da empresa e suportar a continuidade dos negócios”.

 

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