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eBox Digital evidencia a urgência de tratar os Dados como um ativo estratégico

Empresas brasileiras ainda falham na governança de Dados e ausência de políticas claras compromete segurança,Compliance e competitividade das organizações

eBox Digital evidencia a urgência de tratar os Dados como um ativo estratégico

Apesar do avanço da Transformação Digital, apenas 4 em cada 10 empresas brasileiras possuem uma estratégia formal de governança de Dados. O Dado é da pesquisa Data and Analytics Trends, da Gartner, que também aponta que 87% das organizações enfrentam baixa maturidade em gestão da informação, o que representa riscos crescentes de vazamentos, penalidades legais e perda de vantagem competitiva.

O cenário, segundo Marcelo Araújo, diretor comercial da eBox Digital, empresa especializada em gestão e proteção de documentos físicos e digitais, evidencia a urgência de tratar os Dados como um ativo estratégico e não só como um requisito de TI.

O investimento em governança deve vir acompanhado de uma mudança na mentalidade dos líderes, que precisam enxergar a informação como parte do Core Business, e não como uma responsabilidade isolada do time de tecnologia

“A governança de Dados vai além do armazenamento seguro. Ela envolve a criação de políticas, processos e controles que garantem a integridade, o uso ético e a disponibilidade das informações certas, no momento certo, para as pessoas certas”, explica o diretor.

Casos recentes de vazamento de Dados, como os que atingiram o INSS e grandes redes de varejo, reforçam o impacto de uma estrutura vulnerável de governança. Para Marcelo, a questão vai além de evitar multas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ou danos reputacionais, mas sim personalizar serviços, acelerar processos e ganhar escala ao entender que seus dados tomam decisões mais inteligentes.

“Entre os principais erros das empresas brasileiras está a falta de um mapeamento completo do ciclo de vida dos Dados, que vai da coleta ao descarte. Outro ponto crítico é a ausência de responsabilização clara sobre quem responde por cada tipo de informação, além da baixa integração entre áreas como TI, jurídico, Compliance e negócios”, explica Araújo.

Para reverter esse cenário, Marcelo indica que o essencial é adotar tecnologias que ajudem a consolidar e categorizar os dados de maneira inteligente, como ferramentas de GED (Gestão Eletrônica de Documentos), automação de fluxos e Inteligência Artificial aplicada à classificação e rastreabilidade de conteúdos. Mas a mudança principal, conforme o especialista, precisa ser cultural.

“O investimento em governança deve vir acompanhado de uma mudança na mentalidade dos líderes, que precisam enxergar a informação como parte do Core Business, e não como uma responsabilidade isolada do time de tecnologia. Transformar informação em valor começa com clareza. Quando os Dados estão acessíveis, confiáveis e protegidos, viram diferencial competitivo”, conclui o porta-voz da eBox Digital.

Foto: banco de imagem

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