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IA: empresas adotam plataformas internas para protegerem propriedade intelectual e know-how

DXC Technology compartilha estratégias para integrar IA nas companhias brasileiras e ampliar transparência e confiança na execução de processos

IA: empresas adotam plataformas internas para protegerem propriedade intelectual e know-how

No Brasil, um estudo da Gartner revelou que 55% das empresas do País já se encontram em fase de testes ou de produção da IA Generativa. Essa tendência se reflete no Índice Latino-Americano de Inteligência Artificial, que posiciona o Brasil como segundo país mais avançado em conscientização e adoção de IA na região, e nas estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), que prevê que os investimentos em IA no país alcancem 459 milhões de dólares em 2024.

Neste cenário de rápidos avanços, o grande desafio passa a ser não tanto a implementação desta tecnologia em plataformas abertas, mas o desenvolvimento de plataformas corporativas internas de IA Generativa, que protegem a propriedade intelectual e o know-how da empresa, além de permitir maior transparência e confiança na execução de processos. As soluções proprietárias de IA Generativa adaptam-se às necessidades comerciais, proporcionando rapidez na reação aos desafios do mercado, fomentando flexibilidade e inovação, e melhorando a inteligência empresarial através de modelos mais precisos e eficazes.

As soluções proprietárias de IA Generativa adaptam-se às necessidades comerciais, proporcionando rapidez na reação aos desafios do mercado, fomentando flexibilidade e inovação, e melhorando a inteligência empresarial através de modelos mais precisos e eficazes

“Esta inovação marca um antes e um depois para a indústria. A Inteligência Artificial está inaugurando uma nova era para pessoas e empresas, remodelando a maneira como criamos e interagimos com todos os tipos de conteúdo e Dados. Apostar na personalização dessas soluções é, sem dúvida, um diferencial e um novo paradigma para os negócios. As empresas que adotam essas tecnologias mais rapidamente serão as mais preparadas para enfrentar os desafios e oportunidades que estão por vir, construindo estratégias preparadas para o futuro”, destaca Ricardo Ferreira, gerente Geral da DXC para o Brasil e a América Latina.

Da teoria à prática: Estratégias para integrar IA nas empresas brasileiras
De acordo com o executivo da DXC, para que as organizações em nosso País deem o salto para o mundo da Inteligência Artificial, é necessário um gerenciamento eficaz de Dados, considerando normas, confidencialidade e políticas de privacidade, construindo assim uma estrutura de uso que oscile entre segurança e acessibilidade. Uma vez estabelecidos esses parâmetros, as empresas podem passar dos testes pilotos para a adoção generalizada, considerando três passos fundamentais:

Desenhar um roteiro de casos de uso alinhados com as prioridades estratégicas da organização.
Ter Dados de qualidade e acessíveis que reflitam com precisão a realidade dos processos empresariais.
Definir um conjunto de métricas que permita avaliar os resultados obtidos e acompanhar continuamente essas métricas para melhorar os processos empresariais.

Desse modo, a base de qualquer estratégia bem-sucedida de IA Generativa começa com os Dados empresariais: volume, qualidade e disponibilidade servem como matéria-prima para a construção de algoritmos e redes neurais eficazes, mas também representam desafios na forma como essa informação é gerenciada.

“Embora muitas empresas ainda estejam em um estágio inicial ou exploratório, a implantação mais ampla dessas tecnologias exige uma integração responsável, onde as organizações abracem a inovação enquanto implementam salvaguardas éticas robustas. Essa combinação não só fortalecerá a posição competitiva das empresas, mas também abrirá caminho para um futuro no qual a IA possa gerar um impacto positivo, tanto no mundo dos negócios quanto na sociedade em geral”, conclui Ricardo Ferreira.

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