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Fico oferece solução para detecção de golpes e fraudes no Varejo

O Falcon Fraud Manager Retail Banking Consumer modelo 3.0 usa inteligência para a identificação de transações fraudulentas ou golpes em tempo real

Fico oferece solução para detecção de golpes e fraudes no Varejo

Com a aceleração da Transformação Digital por conta da pandemia, a relação do varejo x consumidor mudou. O ambiente digital – ainda em fase de maturação – foi imposto como a principal alternativa ao consumo, o que multiplicou as tentativas de golpes e transações fraudulentas no Brasil e no mundo. Neste contexto, a Fico, empresa de análise e tecnologia de plataforma de inteligência aplicada, vem continuamente aprimorando suas soluções e oferece o Fico Falcon Fraud Manager Retail Banking Consumer modelo 3.0 para a identificação de transações fraudulentas ou golpes em tempo real.

A inserção do Scam Detection Score à plataforma Fico e à solução Fico Falcon Fraud Manager detecta 50% mais transações fraudulentas em comparação com a pontuação de fraude padrão, e permite que, por meio da análise do comportamento do cliente e dos cruzamentos de informações, anormalidades sejam identificadas – inclusive em pagamentos em tempo real como o Pix.

No Brasil, os golpes com perfis fakes e que induzem o cliente ao envio de quantias financeiras para contas controladas pelos fraudadores é crescente

Para entender melhor como o Scam Detection Score e a detecção de fraudes por terceiros funcionam, é importante considerar a natureza das operações:

– Uma transação de fraude de Pagamento por Push Não Autorizado (UPP) é uma transação de fraude de terceiros na qual o fraudador executa a transação sem a permissão do cliente.

– Já nos golpes de Pagamento Push Autorizado (APP), a transação é executada com o consentimento do cliente ou diretamente pelo cliente que desconhece a forma como o fraudador manipula as informações e o recebimento da transação.

“Os seres humanos possuem hábitos. Uma das principais armas analíticas do Falcon no combate à fraude em pagamentos é a lista classificada de comportamento, chamada de lista B. Ao monitorar os principais atributos do histórico de pagamento de um indivíduo, a lista B aprende os comportamentos frequentes e repetidos dos clientes – ou seja, “habituais”-, e detecta fraude comportamental não apenas transacional. Acertos e erros que permitem que o modelo Falcon decida entre fraude, golpe e comportamento normal”, explica Ricardo Ribeiro, diretor de Plataforma da Fico para América Latina.

Olhar para combinações de hábitos, e combiná-los com outros recursos de anormalidade associados aos valores das transações (frequências, hora do dia e muitas outras características), permite que os modelos da Fico diferenciem os clientes em classes de fraude de terceiros, fraude de APP e crime não financeiro. No caso de transações fraudulentas em dispositivos favoritos, o Scam Detection Score mapeia 24x o número dessas transações, em comparação com a pontuação de fraude padrão a uma taxa típica de revisão não fraudulenta.

No Brasil, os golpes com perfis fakes e que induzem o cliente ao envio de quantias financeiras para contas controladas pelos fraudadores é crescente. De acordo com um estudo da PSafe, um em cada quatro brasileiros já sofreu algum tipo de perda financeira com esse tipo de golpe. O formato é também muito comum em outros países, como o Reino Unido, por exemplo, que, em 2021, vivenciou um aumento de cerca de 30% nesse modelo de golpe em relação ao ano anterior. Nos Estados Unidos, cerca de 18 milhões de americanos se envolveram em fraudes de pessoa para pessoa (P2P).

“A mudança de comportamento gerada, principalmente a partir da pandemia, revolucionou o varejo em diferentes níveis. Os consumidores, ainda em fase de maturação de novas tecnologias e hábitos de consumo, se viram obrigados a migrar para um modelo de vida online. Os varejistas tiveram que fazer uma mudança de rota e se adaptar para sobreviver. Os fraudadores aproveitaram esse movimento para criar novas formas de golpes e fraudes e, a tecnologia, por meio da Inteligência Artificial, une as pontas (cliente e varejo), ao passo que desenvolve novas competências para combater as fraudes em tempo real. É um organismo vivo que recebe estímulos de todos os lados e que vem ajudando o varejo a construir melhores resultados e uma experiência positiva de compra com o cliente”, reflete Ribeiro.

Serviço
www.fico.com

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