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Inovação aberta é aposta da IBM no mundo transformado pelo digital

A gigante se posiciona como empresa de tecnologia por trás de negócios disruptivos, unindo seu potencial aos de parceiros para oferecer diferenciais aos clientes

Inovação aberta é aposta da IBM no mundo transformado pelo digital

A transformação digital está longe de ser um lugar comum. O senso de urgência ainda persiste em grande parte das empresas do mercado para se alinhar ao novo mundo, em que a velocidade, a conveniência e a inovação são prementes para garantir a sustentabilidade e a competitividade dos negócios. Nesse enredo, ninguém escapou de
revisitar estratégias corporativas para virar o jogo e se adequar. Com a IBM não foi diferente.

Há 105 anos no Brasil, a Big Bue, que por força da tradição pode até ser vista como a “empresa do mainframe”, não só evoluiu em sua trajetória tecnológica – o Watson é um dos fortes exemplos disso, como ousou em unir esforços com empresas parceiras para construir soluções com maior poder transformador e robustez, agregando recursos e inteligência. Uma estratégia em que a colaboração é esteira para impulsionar a inovação e a construção de um cenário em que, de fato, o cliente ganha o centro da estratégia.

Temos enorme potência tecnológica que pode receber recursos de outras empresas parceiras para oferecer aos clientes mais do que uma solução, um diferencial competitivo 
por Edgar Bueno

“Ninguém faz nada sozinho. Temos enorme potência tecnológica que pode receber recursos de outras empresas parceiras para oferecer aos clientes mais do que uma solução, um diferencial competitivo”, diz Marcelo Braga, presidente e líder de Tecnologia da IBM Brasil, durante o evento IBM Think on Tour São Paulo, que aconteceu ontem, 31/8, na Bienal do Parque Ibirapuera. “Quando unimos tecnologia, talentos diversos e ecossistema, ganhamos inovação para as organizações, seus clientes e para a sociedade.”

O relatório “5 tendências para 2022 e além”, do IBM Institute for Business Value, valida o rumo da empresa. Isso porque revela como a demanda de consumidores, funcionários e investidores, bem como as apostas e preferências de organizações de alto desempenho, estão mudando. E mais: as que investiram em ecossistemas e inovação aberta tiveram aumento médio na receita de 40%.

Nuvem, IA e Segurança
Braga defende Nuvem híbrida como a arquitetura de TI dominante, por proporcionar flexibilidade ao coexistir Nuvem privada e Nuvem pública, trazendo uma nova forma de consumir tecnologia. “Até porque atende às
demandas por mais agilidade, simplicidade e capacidade de armazenamento e processamento, além de redução de custos e acesso a tecnologias emergentes”, argumenta.

E tudo gira em torno da tríade: Nuvem híbrida, Inteligência Artificial e Segurança Cibernética. A IBM entende que elas são responsáveis por impulsionar a transformação dos negócios na indústria e de empresas de todos os portes e segmentos. O mundo mudou e quem não o fez pode ser assombrado pelo fantasma do obsoletismo. Na avaliação de Braga, é preciso se alinhar às transformações, já. “O Watson evoluiu. Hoje, ele é mais do que IA, é uma plataforma aberta e multicloud que possibilita automatizar o ciclo de vida da IA.”

Por outro lado, em meio às facilidades do mundo digital, surgem os ciberataques. A facilidade, a conveniência e o dinamismo do mundo hiperconectado potencializou as preocupações, a fragilidade e a segurança em qualquer empresa. É preciso alinhar às soluções digitais estratégias de Segurança, área extremamente importante no portfólio da IBM, destaca Braga.

O conselho da IBM é “não esperar que ataquem sua confiança”. Tecnologias baseadas em Nuvem, plataformas e ecossistemas exigem um bom gerenciamento, contudo, 70% das organizações têm dificuldade em proteger Dados em diversas Nuvens e ambientes locais. A chave, recomenda, é a combinação de estratégias e tecnologias, bem como uma abordagem Zero Trust. Dessa forma, é possível detectar e conter incidentes de Segurança mais  rapidamente para proteger ativos, clientes e negócios.

Para superar todos os desafios da nova era hoje, de um futuro que já bate à porta das empresas, Braga reitera a defesa de alianças e assim fazer valer a inovação aberta. Mais do que nunca, acredita o executivo, ela impulsiona a colaboração e a cocriação para atender às novas necessidades do consumidor, cada vez mais exigente.

A IBM de hoje prepara o amanhã, apoiada na valorização da inteligência coletiva, rompendo as fronteiras da própria organização como chave para alcançar esse objetivo. “A colaboração com parceiros do ecossistema,
incluindo a concorrência, será necessária à medida que as empresas avançam em suas transformações”, finaliza.

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