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Epson e autoridades policiais combatem falsificação de cartuchos de tinta

Em Maringá (PR) foram apreendidas 1,2 mil cartolinas impressas com o layout idêntico aos das garrafas da Epson, que iriam embalar quase 5 mil frascos falsificados

Epson e autoridades policiais combatem falsificação de cartuchos de tinta

A Epson, fabricante de produtos de impressão e projeção de imagens, vem realizando um amplo trabalho de combate à pirataria dos suprimentos usados em seus equipamentos com apoio das polícias Civil e Federal do Brasil. A empresa conta com o reforço de um time especializado em proteção da marca para colaborar nas ações e investigações pelo País, que têm por finalidade localizar os polos de produção de produtos piratas.

De acordo com o Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade, o Brasil perdeu cerca de R$ 287,9 bilhões para o mercado ilegal em 2020. O valor é a soma das perdas registradas por 15 setores industriais e da estimativa de impostos que deixaram de ser recolhidos. O estudo mostrou que R$ 2,6 bilhões em mercadorias falsas circularam pelo País, número reduzido devido ao isolamento social imposto pela pandemia, mas que a retomada da economia já demonstrou aceleração da comercialização de itens falsificados.

Após três meses de investigação, em maio de 2022 a Polícia Civil do Paraná identificou um dos principais estabelecimentos onde se produziam milhares de garrafas de tinta para impressoras e multifuncionais da marca Epson, em Maringá (PR), a terceira maior cidade do Paraná, que é o grande centro mais próximo da fronteira entre Brasil e Paraguai.

O edifício era uma espécie de loja, sem nenhum tipo de identificação na fachada. No interior do prédio, foram encontradas 1,2 mil cartolinas impressas com o layout idêntico ao das garrafas da Epson, cada cartolina com dobras capazes de gerar 4 caixas de garrafa de tinta; ou seja, o suficiente para embalar 4,8 mil frascos falsificados. Uma pessoa detida no local confirmou receber do mandante do crime cerca de 1,5 mi cartolinas por semana, totalizando uma produção ilegal de cerca de 6 mil garrafinhas falsificadas por semana.

Com base no volume de caixas falsificadas apreendidas, a polícia estimou um valor de mais de R$ 41 mil. O montante estimado para a produção de falsificados no local no período de 3 meses é de cerca de R$ 1,95 milhão.

Diante das fraudes, o principal dispositivo para checar a legitimidade do produto é observar o holograma do selo contido na caixa. Além disto, a Epson sempre vende as garrafas de tinta originais embaladas à vácuo, dentro de suas respectivas caixas. Outro sinal importante para o consumidor é avaliar a variação do preço e desconfiar quando a oferta estiver muito diferente do preço médio no mercado. Nem sequer lojas famosas estão livres de falsificadores. Desconfie e peça informações.

Serviço
www.epson.com.br

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