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A Roost somou “expertise” de parceiros para construir e gerar maior impacto nas ofertas

O porta-voz da Roost é Eliezer Silveira Filho, diretor- gerente da empresa, que relata experiências e desafios superados em 2021

A Roost somou “expertise” de parceiros para construir e gerar maior impacto nas ofertas

O último ano foi desafiador e deixou ensinamentos para companhias de todos os setores. Com o intuito de compartilhar experiências e desafios superados, Infor Channel publica relatos de algumas empresas na série Lições de 2021. O porta-voz da Roost, Eliezer Silveira Filho, diretor- gerente, relata conhecimentos adquiridos pela empresa ao longo do último ano.

Do ponto de vista econômico, comercial, como avalia 2021?
Foi um ano desafiador em virtude do que o mundo está passando desde a chegada da pandemia, e porque talvez esta seja a maior transformação da história. Mas também foi um ano de retomada dos negócios. Na visão da Roost, foi um ano de consolidar as soluções da companhia no mercado e mostrar como gerar impacto na vida dos clientes. Tivemos grandes oportunidades para construir projetos transformadores em diversos clientes, usando a tecnologia como o grande viabilizador de negócios.

 E do ponto de vista tecnológico?
Tecnologias como IoT, sensores e câmeras se tornaram ainda mais relevantes para a segurança nesse cenário pandêmico que caminha para a pós-pandemia. Saímos de um caminho da digitalização, como um conceito desejado pelas empresas, para uma realidade de negócios. Com a tecnologia que trabalhamos hoje conseguimos garantir a segurança, por exemplo, de lojas para que possam atender os clientes com o distanciamento e todos os cuidados necessários, utilizando sensores, câmeras e infraestruturas de rede mais seguras. Num cenário onde o crescimento de ataques cibernéticos foi grande, no último ano, pudemos oferecer mais segurança para os negócios e conectividade, pois passamos a olhar o mundo pelas nossas telas, sejam telas de celulares ou computadores. A conectividade deixou de ser algo importante para se transformar em algo essencial para as empresas. O fortalecimento dessas redes e estruturas foi, de fato, o que permitiu que a sociedade seguisse em frente.

Se considerarmos o fim ou controle da pandemia, como a companhia vai conduzir a retomada do trabalho presencial? Haverá aumento ou redução do espaço físico da empresa?
A Roost segue as orientações da OMS e dos órgãos públicos do Brasil para poder tomar suas decisões, sempre acompanhando a volatilidade que o cenário ainda desconhecido apresenta, diante das novas variantes. Hoje, trabalhamos em um formato híbrido e acreditamos que as pessoas possam continuar trabalhando onde for melhor para elas. Mas sabemos da importância de termos pontos de conexão para trabalhar, porque isso faz com que os colaboradores se sintam mais pertencentes às organizações. De fato, houve até um aumento no espaço físico geral da Roost, porque os escritórios foram pensados para garantir maiores distanciamentos entre as pessoas que estiverem no trabalho presencial. O nosso desejo é continuar criando locais de conexão, mas sempre respeitando as normas e os cuidados necessários, pois ainda estamos em uma pandemia.

Quais foram as lições apreendidas do ponto de vista dos negócios?
A sociedade passou por importantes mudanças nos últimos dois anos, em virtude da pandemia, que também trouxe ensinamentos sobre como conseguir respostas mais rápidas e reduzir danos, garantir a segurança das pessoas, dos negócios e da economia. Outra lição aprendida, do ponto de vista global, veio por meio da grande mobilização e cooperação social das empresas e pessoas, mostrando que ninguém vive sozinho. Na Roost não foi diferente, foram construídas soluções com o apoio de parceiros, pois entendemos que o nosso conhecimento somado a expertise de outros gera impactos maiores. Na verdade, foi uma lição para toda a sociedade. Nós só temos vacinas hoje porque o mundo inteiro se mobilizou para isso. Nós só temos um controle maior da pandemia porque todos abraçaram este espírito cooperativo, um fator importante e essencial para qualquer organização pública ou privada e é isso que temos que levar conosco.

 E quanto ao trato com os funcionários, clientes e fornecedores?
O relacionamento com todos os colaboradores da companhia é de muito respeito. Entendemos também que a pandemia trouxe cuidados adicionais e importantes para dentro da companhia. É necessário pensar na saúde metal dos funcionários e no equilíbrio da vida pessoal com a vida profissional, o que ficou muito evidente em 2021. Vivemos um cenário que o ‘burnout’ é considerado uma doença de trabalho e faz todo o sentido isso. Tivemos um cenário que trouxe muita insegurança e medo para as pessoas. Então, internamente, trabalhamos para que os colaboradores da Roost tivessem esse equilíbrio respeitado, se sentissem valorizados e apoiados pela organização e não se sentissem inseguros. Já com os clientes e fornecedores o conceito de cooperação foi muito grande e importante.  Os clientes tiveram novos desafios e a Roost como fornecedor fez questão de ficar próxima para buscar soluções e levar inovação para desenvolver junto este novo cenário.

Já se vislumbram desafios para 2022. Na sua visão quais serão os maiores?
Eu acho que será um ano muito desafiador no nosso País, temos eleições e esse cenário pode trazer algumas instabilidades econômicas e ainda vivemos com a incerteza da pandemia. Acredito que a instabilidade vai passar a ser uma realidade constante e não uma questão pontual. Enxergamos que para enfrentar esses desafios, a Roost vai precisar ser uma organização cada vez mais ágil e pronta para responder as demandas na velocidade necessária.

 Acredita que haverá ‘desengavetamento’ de projetos? Por quê? Em que época do ano e em quais setores da economia / verticais?
Sim, existem muitos projetos que foram adiados nos últimos dois anos e que agora serão repensados, diante desta nova realidade que se impôs para todos nós. Todos os setores estão se reinventando, por exemplo, o varejo, que mudou o modelo de compra, demandam de alta conectividade e utilizam a ferramenta de Edge Computing para auxiliar nesse sentido. É um setor com grande potencial de crescimento, entre outros que vão crescer ao longo do ano.

O que espera da política setorial de TIC?
Acredito que é um setor fundamental para a economia e esta foi uma lição aprendida. Nós só conseguimos digitalizar as empresas, o governo, migrar para o trabalho remoto e estabelecer o ensino online por causa do setor de TIC.  O setor tem que crescer e ter uma política adequada com incentivos fiscais e apoio real para seguirmos o caminho da inovação, precisamos de cidades inteligentes e organizações mais inteligentes, este é o nosso futuro.

Edge Computing

Eliezer Silveira Filho

Roost

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