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Mercado de trabalho abre espaço para engenheiros que saibam trabalhar com inovações adaptadas a realidades diversas

A engenharia, em sua concepção, tem como propósito formar profissionais treinados para propor soluções de forma detalhada, inclusive no aprimoramento de processos. E o atual momento de aceleração digital gerou uma transformação contínua para esse profissional da área indicar inovações práticas, utilizando não apenas seu conhecimento técnico e científico, mas com capacidade de raciocínio e adaptação às mais diversas realidades do mercado. E esse deve ser um dos focos das universidades na capacitação de novos protagonistas do cenário tecnológico atual e futuro.

Não é de hoje que os engenheiros estão entre os profissionais mais procurados pelas empresas, em uma busca que se elevou com a necessidade cada vez maior de um olhar mais lógico na proposição de soluções e inovações. O incremento na oferta de iniciativas tecnológicas aos jovens que cursam engenharia é fundamental para ampliar o seu alcance, uma vez que a aplicação de tecnologia tem ido além de projetos de novos sistemas, focando, também, em soluções de apoio a modelos de negócio que permitem impactos para a sociedade.

A digitalização do mercado, que já ganharia destaque a médio prazo, acabou ocorrendo de maneira mais acelerada nos últimos meses, consolidando um terreno forte e bem aquecido para quem trabalha com inovações tecnológicas, principalmente voltadas para demandas reais. Em um mercado cada vez mais concorrido, é fundamental que o engenheiro encontre ferramentas e métodos de transformar suas ideias, pesquisas e projetos em modelos de negócios rentáveis. O conhecimento em inovação, empreendedorismo e tecnologia é um dos caminhos para que sejam desenvolvidos novos talentos.

As universidades exercem papel central nessa realidade, por promoverem ações e reformulações educacionais a curto, médio e longo prazos que envolvam todas as frentes: alunos, professores, instituições de ensino, empresas emergentes (startups) e a sociedade como um todo. Com o incentivo a iniciativas para oferta de ambientes flexíveis, é possível promover a interação dos vários perfis necessários para os processos de concepção, desenvolvimento e prototipação até que se coloque à disposição do mercado novas soluções que são cada vez mais importantes e ganham ainda maior escala em volume e qualidade quando surgem de parcerias entre empresas e universidades.

Essas parcerias podem ser um caminho promissor para o fomento a novas tecnologias e ampliação e disseminação do conhecimento. É uma solução para os estudantes receberem uma capacitação ainda mais qualificada e alinhada às necessidades do mercado.

A Samsung, por exemplo, conta com parcerias de longo prazo com as principais entidades públicas de ensino do Amazonas (Instituto Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas e Universidade Federal do Amazonas), com uma participação estratégica para gerar impacto positivo na formação e capacitação de universitários em áreas tecnológicas e de engenharia na região da Amazônia Ocidental (composta por Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima), com um planejamento integrado de atividades para aumentar a atratividade, a permanência e a qualificação nos cursos das áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Enquanto a tecnologia avança de forma acelerada, é necessário que a capacitação agregue conhecimentos para atender às revoluções digitais, em um momento de novas possibilidades na formação do mercado tecnológico brasileiro. As ações passam, necessariamente, pelo aprimoramento da formação acadêmica e profissional para preparar os profissionais do futuro para um mercado em constante atualização.

Por Eduardo Conejo, gerente sênior de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung.

digitalização do mercado

Eduardo Conejo

engenharia

Samsung

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