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Embratel afirma estar pronta para a migração das antenas parabólicas de Banda C

Embratel está preparada para atender migração e seguir fornecendo o melhor serviço para o segmento de radiodifusão

Embratel afirma estar pronta para a migração das antenas parabólicas de Banda C

A Embratel, reconhecida por liderar as ofertas de soluções satelitais no Brasil e provedora das empresas radiodifusoras do País desde a construção da estação terrena de satélites em Tanguá em 1968, anuncia que está preparada para a futura migração dos sinais abertos para as parabólicas da Banda C para a Banda Ku, prevista no edital do leilão de 5G.

“A parceria da Embratel com o setor é de longa data, desde a fundação da empresa, sempre contribuindo para Transformação Digital do Brasil”, diz José Formoso, CEO da Embratel. Segundo ele, o segmento de broadcast é um dos mais inovadores do País, sempre criando novidades e produtos interativos para a audiência. A Embratel segue mantendo sua parceria com os players deste mercado, atuando em um processo de cocriação com os clientes. “Estamos preparados para dar mais esse passo para continuar fornecendo a qualidade que já é reconhecida pelas emissoras de todo Brasil”, afirma.

A Embratel já possui ampla capacidade em Banda Ku para atender ao mercado e, com o lançamento do Star One D2, terá mais transponders (receptores e transmissores de sinais) nesta Banda para a demanda crescente  

A Embratel já atende os radiodifusores brasileiros por meio de sua frota de satélites em Banda C, especialmente na principal posição orbital brasileira de 70oW, onde está localizado o Star One C2. Por meio desse satélite, mais de 20 milhões de lares recebem hoje os sinais abertos de televisão onde apenas a recepção via satélite está disponível. Com a chegada do 5G, está previsto que todas essas parabólicas migrem para outra faixa de frequência: a Banda Ku.

A Embratel já possui ampla capacidade em Banda Ku para atender ao mercado e, com o lançamento do Star One D2, terá mais transponders (receptores e transmissores de sinais) nesta Banda para a demanda crescente. E tudo isso em posições orbitais brasileiras, com todas as garantias regulatórias inerentes dessa condição.

“Importante ressaltar que a Embratel fornece soluções de ponta a ponta para o segmento. Além de capacidade satelital, ainda investimos em tecnologias que suportam a troca de conteúdo, seja para entradas em tempo real ou envio de arquivos em alta velocidade, como redes móveis e Nuvem, para garantir ainda mais agilidade na transmissão e acesso ao conteúdo das emissoras”, diz Gustavo Silbert, Diretor-Executivo da Embratel.

Em 1985 a Embratel lançou o primeiro satélite brasileiro de telecomunicações, o Brasilsat A1, responsável por revolucionar as telecomunicações brasileiras. Por meio desse satélite, lançado da base de Kourou, na Guiana Francesa, a Embratel colocou em operação o SBTS – Sistema Brasileiro de Telecomunicações por Satélite. Essa foi a primeira rede de satélites domésticos de telecomunicações da América Latina, permitindo ao Brasil autonomia nas comunicações em ampla escala.

Pertencente à América Móvil, robusto grupo internacional e com atuação global, a Embratel possui capacidade técnica, ampla infraestrutura e recursos financeiros para implementar todas as mudanças e exigências do edital.

Em seus mais de 50 anos de existência, a Embratel já lançou onze satélites e operou com diferentes Bandas, transformando o mercado de radiodifusão. A Embratel tornou-se a maior operadora regional de satélites GEO do Brasil e da América Latina, e hoje possui uma ampla frota em órbita (Star One D1, C1, C2, C3 e C4) e o mais completo centro de controle do Brasil. A rede de satélites da Embratel viabilizou a transmissão da primeira Copa do Mundo a cores para milhões de brasileiros, em 1970, e fez parte da rede de transmissão dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, além de outras importantes competições, como Jogos Panamericanos, Fórmula 1, Rio Open entre outras.

Em breve, a Embratel irá lançar o Star One D2, que levará ainda mais capacidade ao mercado. O Star One D2 terá uma potência estimada de 19,3 KW e massa de lançamento de 7 toneladas. Terá 28 transponders em Banda C, 24 transponders em Banda Ku, um payload em Banda Ka, além de Banda X para uso militar. As capacidades serão direcionadas para atendimento ao parque de parabólicas, TV por Assinatura, backhaul de telefonia celular, dados, vídeo e Internet de clientes corporativos e órgãos do Governo.

A qualidade da Embratel no fornecimento de capacidade satelital se estende ao controle e monitoramento dos satélites. O Teleporto de Guaratiba, de onde os satélites são controlados, está localizado no Rio de Janeiro e é um dos maiores da América Latina. O Teleporto de Tanguá, por sua vez, abriga as redundâncias do centro de controle dos satélites e também das subidas de sinais de televisão em Banda Ku. A Embratel é o único operador de satélites brasileiro que possui um Centro de Controle de Satélites, operando desde 1983, com total redundância geográfica e autonomia operacional dentro do Brasil. O sistema de controle é operado de forma totalmente autônoma com uma equipe totalmente formada por brasileiros. O Sistema de Gestão de Qualidade do Processo de Controle de Satélites do Teleporto possui certificação ISO 9001:2015, posicionando a companhia como uma das mais confiáveis em nível mundial devido à qualidade de seus sistemas e sua equipe altamente capacitada.

Serviço
www.embratel.com.br

 

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Gustavo Silbert

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