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HughesNet faz aniversário de Brasil e anuncia satélite de ultra-alta densidade

Otimista em relação ao mercado de Comunicação via satélite no País, a companhia informa que o Jupiter 3 deverá entrar em órbita em um ano

HughesNet faz aniversário de Brasil e anuncia satélite de ultra-alta densidade

Há cinco anos entrava em operação comercial no Brasil o HughesNet, serviço de conexão via Banda Larga, que tem como propósito levar Internet a localidades aonde cabos e fibra óptica não chegam, afastadas dos grandes centros. Como parte das comemorações a companhia lançou uma plataforma que vai reunir ofertas de agricultores familiares e pequenos produtores rurais. O Mundo do Campo é um site para divulgar a produção de alimentos em várias regiões do País.

“É como uma lista de classificados”, exemplifica Rafael Guimarães, presidente da Hughes do Brasil. A plataforma tem por objetivo ajudar na divulgação e comercialização da produção, além de demonstrar a relevância de se estar conectado. Ele destaca que a companhia não tem lucro algum com esse serviço prestado e toda a negociação de compra e entrega é entre o fornecedor e o cliente.

Outro anúncio diretamente ligado à atividade-fim da Hughes é o lançamento do quarto satélite no País, previsto para o início do segundo semestre de 2022. O Jupiter 3, iluminará mais de 3,5 mil municípios. A previsão, porém, era que o lançamento ocorresse neste ano. “Entre planejamento e execução, um satélite demora três anos para ser produzido e vida útil de aproximadamente 15 anos”, conta o executivo.

O Jupiter 3, o novo satélite de ultra-alta densidade, reforçará a cobertura e aumentará a capacidade de conexão em todo o Brasil   

Evolução
Com a tática de intensificar a oferta de Banda Larga via satélite para o Varejo, a Hughes vem aumentando sua capacidade ao longo dos anos. Com investimentos de “centenas de milhões de reais”, a companhia investe em novas tecnologias e serviços. O Jupiter 3, o novo satélite de ultra-alta densidade, reforçará a cobertura e aumentará a capacidade de conexão em todo o Brasil. “Temos uma visão otimista para o mercado de Comunicação via satélite no Brasil. Não estamos aqui de passagem”, declara Guimarães.

Este quarto satélite, integra a joint venture com a Yahsat, e comporá a constelação Hughes 65 West, Hughes 63 West e Hughes 20 West.

Nos anos anteriores, em 2019, a junção da com Banda Larga possibilitou o terceiro satélite. A união da Hughes do Brasil com a Yahsat viabilizou a oferta dos respectivos produtos no varejo e no atacado, com soluções residenciais, de WiFi comunitário, corporativas, e de backhaul para operadoras móveis.

Já em 2018 a Hughes cresceu sua presença no Brasil com a subida do segundo satélite, utilizando o Telesat 19. A parceria com a Telesat possibilitou a duplicação da capacidade em banda Ka, no atendimento do serviço de Internet, superior a 70 Gbps.

No histórico, desde 2016 a companhia fornece conectividade a residências e pequenas empresas na área rural.

Oportunidades
Uma pesquisa da Hughes junto a assinantes – sendo mais de 80% dos clientes situados em áreas rurais, aponta que 67% deles teve sua primeira Internet foi por meio da companhia.

Para melhorar esse índice e abrir oportunidades de negócios, a Hughes defende o estabelecimento de licitações para incentivar a competição dentro do programa do Ministério das Comunicações, WiFi Brasil, que visa a conectar gratuitamente localidades de baixa renda e sem Internet com uma conexão via satélite e rede WiFi local compartilhada. “O programa só ganharia com a competição entre empresas, assim como o Governo teria uma grande redução de custos, além de movimentar o mercado”, afirma Guimarães, que também destaca como positiva a retirada do Fistel, taxa antes destinada a recursos para cobrir as despesas relacionadas à fiscalização dos serviços de Telecomunicações. “Repassamos ou transformamos em benefícios para nossos cerca de 260 mil assinantes, em média, R$ 30 milhões ao ano”, conta. Portanto, a iniciativa abrange não somente os pequenos produtores, mas a todos os usuários e fornecedores de serviços de conectividade via satélite.

Apesar do foco estar direcionado para o campo e atender ao agro-negócio, o fornecimento de soluções via satélite para as Forças Armadas é uma porta para novas frentes de negócios ainda não explorada no Brasil, mas com sucesso nos Estados Unidos, Índia e Austrália.

Outros segmentos estão na mira da Hughes, que estima aumento de mercado e crescer junto com ele. Serviços de Automação de frotas com comunicação dupla entre celular e satélite já são utilizados no País. Concessionárias de Energia Elétrica é um exemplo.

“Empregamos uma rede robusta de parceiros em todo o Brasil que entendem as demandas dos clientes locais e se juntam a nós na expansão da HughesNet para conectar os moradores dessas regiões”, conclui Guimarães.

Serviço
www.hughesnet.com.br
www.mundodocampo.com.br

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Rafael Guimarães

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