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Pós-pandemia: home office deve ser substituído por modelo híbrido de trabalho

Pesquisas apontam que 85% das empresas devem optar pelo sistema híbrido
Pós-pandemia: home office deve ser substituído por modelo híbrido de trabalho

Em 2020, com a pandemia e o decorrente isolamento social como medida de prevenção, o trabalho remoto se tornou realidade para uma boa parte dos brasileiros e acabou se tornando uma tendência para muitas empresas. Um levantamento da Associação Nacional para Economia Empresarial (NABE), aponta que o modelo deverá ser mantido por 80% das empresas no Brasil e segundo análise da empresa de tecnologia NeoAssist, como os pontos positivos do trabalho remoto superam os negativos, o modelo de trabalho híbrido deve se tornar padrão no país em 2021.

Os dois métodos trazem resultados positivos, desde que os processos estejam bem alinhados e o seu propósito muito claro  

De acordo com Albert Deweik, CEO da NeoAssist, a execução do trabalho remoto apenas em alguns dias da semana se destaca por unir a flexibilidade do home office com a interação e cultura organizacional das empresas. “Pesquisas apontam que 85% das empresas devem optar pelo sistema híbrido. No dia a dia do escritório é muito fácil ver as equipes interagindo, as pessoas se falando e resolvendo problemas de forma rápida. Quando cada um está em sua casa, mesmo uma conversa no café vira um ‘call’. Este ainda tem sido o grande desafio, depois de quase um ano de home office. Agilizar a comunicação entre áreas e pessoas e garantir que o time esteja lutando pelo mesmo propósito deve constantemente ser trabalhado entre os gestores”, afirma.

O executivo ainda reforça que as limitações que o home office enfrentava antes da pandemia foram ajustadas e que processos e rotinas internas tiveram de ser revistas e adaptadas para comportar todas as mudanças do novo sistema. “Apesar de acreditar que muitas empresas migrarão em definitivo para o Home office no pós-pandemia, as organizações mais tradicionais devem voltar para o trabalho presencial. Assim, o modelo híbrido aparece como uma opção mais eficaz tanto para o colaborador quanto para as empresas. Os dois métodos trazem resultados positivos, desde que os processos estejam bem alinhados e o seu propósito muito claro”, finaliza Deweik.

Albert Deweik

Associação Nacional para Economia Empresarial (NABE)

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