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Retrospectiva 2020: isolamento social impulsionou home office no País

Crise antecipou processo de modernização de empresas brasileiras
Retrospectiva 2020: isolamento social impulsionou home office no País

O ano de 2020 foi, sem dúvida, um dos mais incomuns nas últimas décadas. A chegada da pandemia, provocada pelo novo coronavírus, fez com que diversos hábitos fossem modificados, antecipando tendências que não deveriam desembarcar no Brasil em um curto período.
Nossas relações de trabalho, por exemplo, mudaram de forma rápida e brusca. O tradicional modelo presencial deu lugar às atividades remotas, no formato home office que, segundo especialistas, deve permanecer mesmo quando tudo retornar ao normal.
Para Paulo Chabbouh, CEO da L5 Networks, pioneira em desenvolvimento em soluções Cloud, a possibilidade de operações à distância foi benéfica para o setor corporativo, trazendo avanços, segurança aos funcionários e reduzindo custos. “A pandemia obrigou muitas empresas a atuarem dessa forma para preservar a saúde dos colaboradores. Infelizmente foi diante de uma situação limite que elas passaram a enxergar a importância de se ter uma estrutura completa de trabalho remoto, tanto em termos de gestão quanto de operação. Algumas, aliás, se adaptaram e anunciaram que pretendem operar assim, mesmo no pós-pandemia”, explica.
Segundo pesquisa realizada no primeiro semestre de 2020 pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), o trabalho remoto deve crescer 30% após a pandemia. Intitulado Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e Novos Negócios, o estudo, elaborado com base na atuação de 100 companhias, constatou a intenção da continuidade do home office, fortalecendo uma tendência que cresce no Brasil e no mundo.
Com as mudanças, parte das corporações já iniciou um processo de reestruturação, com o objetivo de readequar os escritórios para um número menor de colaboradores e para garantir que o distanciamento social seja cumprido. Além disso, as instituições estão se adaptando para que os espaços sejam utilizados em uma espécie de coworking.
“Nossa estrutura também mudou bastante, reformulamos toda nossa sede e a ideia após a vacina é que nossos colaboradores venham ao escritório apenas quando quiserem, mantendo o home office e estando no escritório para demandas específicas. Realizamos mudanças estruturais necessárias diante da nova realidade e temos agora praticamente um coworking próprio. A expectativa é que, gradativamente, cada empresa conclua qual o melhor formato de trabalho, e a verdade é que com as soluções em Nuvem, realmente é possível trabalhar de qualquer lugar”, conclui Chabbouh.
Servço
www.l5.com.br
Paulo Chabbouh, CEO da L5 Networks

Coworking

home office no País

L5 Networks

Paulo Chabbouh

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