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Colapso da Garmin alerta sobre necessidade de planos contra ameaças cibernéticas

Desde o meio da semana passada, a empresa apresentou interrupção em seus serviços, oferecidos em escala global
Colapso da Garmin alerta sobre necessidade de planos contra ameaças cibernéticas

hacker em frente ao notebookNo início deste último final de semana, quem buscasse acessar o site brasileiro da Garmin, conhecida fabricante americana de relógios inteligentes e equipamentos de GPS, encontraria este aviso: “Estamos atualmente vivenciando uma interrupção que afeta Garmin.com e Garmin Connect. Esta interrupção também afeta nossos call centers e nós, no momento, estamos impossibilitados de receber qualquer chamada, e-mails ou chats online. Estamos trabalhando para resolver este assunto o mais rápido possível e pedimos desculpas por este inconveniente”.
Desde o meio da semana passada, a empresa apresentou interrupção em seus serviços, oferecidos em escala global. Embora a causa não tenha sido divulgada oficialmente, especialistas atribuem o ocorrido a um bem-sucedido ataque de ransomware que gerou a suspensão imediata dos serviços disponibilizados online.

Nenhuma empresa quer viver o pesadelo de constatar que seus servidores estão fora do ar, afetando as áreas voltadas ao consumidor, aplicativos e sites. No entanto, ainda assim muitas delas não tomam as medidas preventivas indispensáveis para que estes transtornos não se materializem  

“Especulações à parte, este é mais um exemplo do grau de sofisticação que os criminosos cibernéticos alcançaram e dos enormes prejuízos tanto financeiros como, principalmente, de imagem, que eles podem causar”, comenta Daniela Costa, vice-presidente para a América Latina da Arcserve, o mais experiente fornecedor mundial em proteção de dados e defesa contra ataques de ransomware.
A executiva destaca ainda que, embora esse tipo de crime seja uma indústria em franca expansão, muitas empresas, dos mais diversos portes, ainda se encontram em situação assim, tão vulnerável. “Com as atuais soluções disponíveis no mercado – envolvendo software e hardware – que permitem downtime zero, além da imediata transição entre o servidor fora de operação por um ataque e o seu backup, torna-se difícil explicar para usuários e acionistas como a empresa acabou em uma posição tão incômoda”, enfatiza.
“Nenhuma empresa quer viver o pesadelo de constatar que seus servidores estão fora do ar, afetando as áreas voltadas ao consumidor, aplicativos e sites. No entanto, ainda assim muitas delas não tomam as medidas preventivas indispensáveis para que estes transtornos não se materializem”, conclui Daniela Costa.

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Daniela Costa

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