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Quais são as tendências do BI para 2019?

Para este ano, algumas iniciativas em Business Inteligence tomarão a frente no mercado, atendendo com mais precisão as demandas das organizações
Quais são as tendências do BI para 2019?

A tecnologia de Business Intelligence manterá, em 2019, a rota de crescimento que vem obtendo nos últimos anos. Para tal, as empresas estão aos poucos percebendo que uma estratégia de sucesso baseada na análise de dados para a tomada de decisão não vem de graça: é preciso planejar, implementar e gerir com eficiência. Conforme aponta Ana Paula Thiesing, diretora de marketing da BIMachine, a importância de tais ferramentas para o âmbito corporativo se expandiu em proporção direta ao acirramento da concorrência em todos os mercados: foi necessário ficar mais competitivo, e, para isso, foi, se torna mais fundamental ficar atento ao público-alvo, ao cliente interno, aos competidores do segmento e ao panorama de negócios global.

De acordo com a especialista, estar atento significa estar conectado com as novas tecnologias, inovações que agregam valor e mais funcionalidades às plataformas de inteligência de negócios. Em 2019, algumas tendências tomarão a frente no mercado de BI, atendendo com mais precisão as demandas das organizações, cada uma com sua peculiaridade.

Para parâmetros de análise de dados usados em AI e ML, a clareza das informações obtidas e trabalhadas será essencial para determinar estratégias, ações e projetos.  

Para ajudar as empresas a entender melhor quais são as grandes tendências que impulsionarão as estratégias de BI em 2019 e próximos anos, Thiesing enumera e comenta cada uma delas abaixo. Confira:

Inteligência Artificial (AI) e Machine Learning
“No que tange ao BI, o principal ganho inerente a estes dois campos é a transparência. Para parâmetros de análise de dados usados em AI e ML, a clareza das informações obtidas e trabalhadas será essencial para determinar estratégias, ações e projetos. Do contrário, as máquinas tendem a, literalmente, realizar ações indesejadas ou menos inteligentes do que o negócio, de fato, precisaria”.

Linguagem Natural
“A tendência este ano é de que o BI ajude sistemas de Processamento de Linguagem Natural (Natural Language Processing em inglês, ou NLP) a converter ambientes de trabalho analógicos em operações autônomas e orientadas por dados, facilitando a conversa máquina – humano, ou humano – máquina – humano, e resultando em informações mais consistentes, estratégias melhor orientadas e projetos/processos de negócio mais eficazes”

Multipresença
“No mercado concorrido, ser ágil é vital. E, para ser ágil, é preciso poder gerir negócios a partir de muitas plataformas – especialmente no que tange ao mobile, permitindo tomar decisões estratégicas anytime, anywhere. Sendo assim, outra tendência do BI é realizar análises em dispositivos móveis 24 horas por dias, sete dias por semana, em um histórico único, evitando a troca de aplicativos e o resgate de dados já computados em outros devices. Integração, funcionamento e análise 24x7x365, fluxo de trabalho: mantra do BI para alcançar bons resultados para negócios de qualquer área”

Análise histórica
“Dados têm trajetória. Dados constroem história. Toda empresa tem seu histórico de mercado fundamentado nos dados que compartilha, gera, analisa, comanda, interfere, exercita, trafega. Ao BI, caberá oferecer a possibilidade de consultar e analisar todos estes dados, incluindo os da própria empresa e, principalmente, os de mercados interessantes a sua estratégia, disponibilizando ferramentas para debate de resultados e incremento da diversidade estratégica, o que, em outras palavras, se resume a dar a todas as áreas de uma organização o poder de obter insights impactantes para a estratégia geral de incremento de competitividade”.

Envolvimento
“Seguindo nesta linha, também é tendência para o ano o envolvimento de todos os departamentos na composição das estratégias periódicas de crescimento do negócio. Para tanto, o BI precisará alicerçar o embasamento e a cultura data driven para gestores e colaboradores-chave de todas as áreas, incitando o envolvimento com a análise de dados e sua consequente e potencial geração de insights. Passar da ideia para o plano de ação, com embasamento e foco certeiros: este será o principal papel do BI em 2019. E, sem dúvida, para os anos seguintes”.

Ana Paula Thiesing

Análise histórica

BI

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Envolvimento

Inteligência Artificial

Linguagem Natural

Machine Learning

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