Tendências

Credibilidade das marcas na era do marketing digital

Com a explosão dos influenciadores digitais, adoção de boas práticas pelas empresas evitam polêmicas e possíveis crises de imagem

O produtores de conteúdo vêm mudando o que conhecemos por publicidade e marketing digital. Cada vez mais, as superproduções com dezenas de atores e um time imenso de profissionais dão lugar à pessoas com o próprio celular: os influenciadores digitais, capazes de se comunicar e engajar com seu público. A Squid, primeira plataforma de marketing de influência no Brasil especializada em microinfluenciadores, tem ações para evitar que polêmicas coloquem em cheque a credibilidade das empresas.

Se errar é humano, os impactos para uma marca nas redes sociais podem ter outras proporções. Por isso ao contratar um produtor de conteúdo é necessário cuidado para evitar possíveis crises de imagem. De acordo com a CEO da Squid, Isabela Ventura, um dos principais pontos de partida para escolher um influenciador “é a marca entender as complexidades existentes nas causas que se posiciona, ou seja, quais são os recortes, os principais desafios e como um produtor de conteúdo se encaixa. Se este é um posicionamento legítimo da empresa, fica bastante natural a identificação dos influenciadores”

Entretanto, as preocupações que as marcas devem levar em conta ao escolher um influenciador digital que as represente pode dificultar essa seleção. Isso pode acontecer, pois, a palavra-chave nesse tipo de trabalho é autenticidade e liberdade no processo criativo. “A cocriação tem papel importantíssimo nesse cenário, criando uma aproximação real entre empresa e influenciador – o que torna a mensagem passada e o conteúdo criado ainda mais autêntico, explica a CEO.

Além da identificação com o DNA das empresas, a seleção de influenciadores que irão representá-las nas redes sociais impacta diretamente no crescimento ou queda de suas vendas. De acordo com dados da Edelman Earned Brand, 64% dos consumidores compram produtos e serviços com base nos valores e posicionamento das marcas. Ou seja, se a empresa vai contra a ética e moralidade social, o público pode evitá-la e até mesmo boicotá-la por meio de campanhas nas redes sociais.

As marcas que se mantêm em silêncio diante de situações delicadas e que revoltam o público podem perder até 65% de suas vendas. Por outro lado, 67% das pessoas compram pela primeira vez a partir de um posicionamento em questões controversas como causas feministas e Lgbtq+, por exemplo.

Serviço
Para mais informações, acesse http://squidit.com.br

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