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2019 pode ser o ano da tecnologia em sala de aula

A tecnologia chegou à sala de aula, e não há indícios de que ela irá sair. A rede é utilizada desde o uso de imagens vindas da internet para ilustrar alguma paisagem ou cenário para até mesmo reforços para atividades passadas em sala. Utilizar os dispositivos usados em casa para serem aliados no aprendizado pode ser uma grande vantagem para professores, escolas e os alunos, e isso vai além das aulas de informática.

Segundo a Pesquisa TIC Kids Online 2017, feita pelo Comitê Gestor da Internet, 44% dos jovens entre 9 e 17 anos acessam a rede somente pelo telefone móvel. O número simboliza cerca de 24,7 milhões de crianças e adolescentes, e este número deve aumentar cada vez mais.

Levar mais inovação para o ambiente escolar também é estar dialogando na mesma linguagem que os alunos. Como isso pode ser melhor aproveitado em sala? Fundadora e CEO de uma ferramenta psicossocial que traz temas delicados para a sala de aula, o Timokids School, Fabiany Lima comenta pontos que mostram como o uso de ferramentas adequadas pode ampliar os horizontes do conteúdo passado, para além da grade básica curricular:

ATENTO ÀS TENDÊNCIAS – muitas modas vêm e vão e é preciso estar atento para não apostar em uma tecnologia que vá ficar obsoleta no futuro. É importante perceber o que as crianças gostam de acessar e assistir pois dessa forma conversamos com elas com mais proximidade;

TEMAS ALÉM DA GRADE CURRICULAR – agregar mais dinamicidade ao conteúdo obrigatório é algo essencial, mas temas que não fazem parte dessa grade também podem ser introduzidos com o uso das ferramentas corretas. Assuntos relacionados a comportamento, novas experiências, vivências coletivas, entre outros, podem ser aprimorados com essas plataformas;

ATUALIDADES – a tradicional atividade de comentar as notícias da semana a partir de uma revista não precisa ser abolida, mas pode ser incorporada para o meio digital. Atualmente um fato acontece e já está nos streamings de vídeo, sem ser necessário o intermédio de emissoras de televisão. Isso pode ser um trunfo para comentar os acontecimentos do dia a dia;

CONTEXTUALIZAR CONFLITOS EM SALA – um dos pontos principais que fazem os gadgets terem tanta aderência com crianças e adolescentes é a proximidade que eles trazem com pessoas e locais distantes. Utilizar ferramentas com atividades de conscientização sobre bullying e outros pontos críticos pode criar um diálogo e aproximar o aluno de quem está fisicamente ao lado, mas se encontra longe no cotidiano: seus colegas.

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