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Black Friday: 10 dicas para fazer compras pela internet com segurança

Receber o produto em casa, economizar tempo, encontrar variedade de itens e preços e evitar filas. Essas são algumas das vantagens que atraem milhares de consumidores brasileiros para o comércio virtual. E a praticidade de comprar pela internet deve aumentar as vendas online durante a Black Friday deste ano, que acontece no dia 23 de novembro. Um relatório publicado pela E-Consulting, que faz previsões financeiras para o comércio eletrônico, indica que a data deve movimentar R$ 4,11 bilhões, valor 11% maior do que o registrado em 2017.

Segundo a Cyxtera, provedora de segurança digital focada na detecção e prevenção total de fraudes eletrônicas, os casos de fraude em transações não presenciais, como em compras online, aumentou. “Assim como existem sites de confiança, muitos portais estão no ar apenas para dar golpes em consumidores desatentos”, destaca Ricardo Villadiego, vice-presidente de Segurança da empresa. “Os dados roubados são empacotados e disponibilizados para venda na dark web. As informações são usadas para comprar vales-presente e produtos que podem ser devolvidos ou vendidos posteriormente”, explica.

A Cyxtera listou dez dicas importantes para reduzir os riscos de cair em armações e ter os dados acessados por cibercriminosos.

Utilize WI-FI ou conexão de internet segura: evite fazer compras e fornecer seus dados em computadores públicos. As máquinas podem conter vírus e suas informações podem ser roubadas;

Mantenha o antivírus atualizado: é fundamental manter um antivírus instalado e atualizado no computador ou smartphone. O software poderá detectar tentativas de invasão e evitar ataques ao dispositivo;

Verifique se o site é seguro: sempre confira se o site está iniciado pela sigla “https” e se conta com o ícone de um cadeado na barra de endereço do navegador;

Confira se o site disponibiliza canais de atendimento: verifique se o site fornece informações como CNPJ, endereço, telefone e contato do SAC;

Verifique a reputação do site: peça recomendações a amigos e familiares e busque indicações de outros compradores em serviços como o Reclame Aqui, Procon e outros órgãos de defesa do consumidor;

Compare preços: se você encontrou uma oferta muito surpreendente, desconfie da idoneidade do site e da veracidade das informações;

Não revele a senha do cartão de crédito: lojas virtuais não pedem a senha do cartão de crédito. Por isso, não forneça esse tipo de informação, principalmente se solicitada por e-mail;

Atente-se às condições da entrega: o prazo de entrega deve ser informado pelo site. No Estado de São Paulo existe uma lei que obriga o fornecedor a dar ao consumidor a opção de escolher data e turno de entrega do produto;

Direito de arrependimento: depois da entrega, o consumidor tem o direito de arrependimento de até sete dias úteis a partir do recebimento do produto ou assinatura do contrato. O fornecedor não pode exigir que a embalagem do produto não tenha sido aberta;

Pós-venda: guarde os comprovantes de compra e exija nota fiscal quando receber o produto. Se tiver algum problema, procure a empresa fornecedora. Caso a solução não seja encontrada, procure órgãos de defesa do consumidor.

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