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Internacionalização: Omnitrade é a 1ª exchange de criptomoedas brasileira a operar no exterior

Em seu oitavo mês de operação, companhia já investiu
mais de R$ 500 mil reais na construção de sua plataforma

A Omnitrade, exchange de criptomoedas com tecnologia 100% proprietária, é a primeira brasileira no ramo a internacionalizar sua operação. Com isso, seus clientes poderão transacionar criptomoedas em todo o mundo em sua plataforma com padrões internacionais de infraestrutura e escalabilidade.

Fábio Akita, CEO da Omnitrade, explica que o crescimento e maturidade tecnológica da plataforma permite este avanço no mercado. Para isso, buscou conhecimento e benchmarking em países onde operações com criptomoedas já estão em níveis mais avançados, como Coreia do Sul, Estados Unidos e Malta – este último, buscando liderar o processo de adoção das criptomoedas e blockchain por meio de leis e incentivos locais que já atraíram grandes empresas do setor.

“Nós não terceirizamos nosso desenvolvimento. Internalizamos todo o processo para obter mais segurança, velocidade e dinamismo, além de sofrermos uma rígida auditoria de sistemas. Temos hoje a certeza de possibilitar aos nossos clientes um ambiente confiável para realizar operações internacionais”, afirma Akita.

Com a ajuda da Codeminer 42, que encabeça o hub de empresas, a Omnitrade tem mais facilidade para adaptações em sua plataforma e, assim, ter mais independência para tanto para possíveis correções, quanto dar outro Norte a qualquer projeto.

“Idealizamos a nossa plataforma para ter menor BackOffice possível e para isso, tivemos que empregar muita energia no início, mas já estamos colhendo frutos e tendo cada vez menos etapas manuais nos processos. Assim, temos cada vez mais liberdade para dedicar nossos esforços em novas tecnologias e o aprimoramento da plataforma. Somos uma empresa de tecnologia com padrões internacionais de excelência, que aprende com o usuário e o nosso desenvolvimento nunca para”, avalia Akita.

A Omnitrade já conta com diferenciais para ser a plataforma mais avançada do mercado brasileiro. Segundo Rodrigo Abilheira, CFO da companhia, a estratégia é oferecer cada vez mais uma variedade maior de moedas, e a partir dessa expansão internacional, também ampliar o Programa de Rewards e o número de transações cripto-cripto, ou seja, negociação utilizando somente criptomoedas, onde saques e depósitos também ficam mais rápidos, já que não dependem de instituições financeiras para validar.

“Temos orgulho de ser a 1ª exchange brasileira a abrir as portas para o mundo. Abrimos o caminho com diferenciais em transações cripto-cripto e estamos aderindo ao maior número de altcoins possíveis, e em curto prazo já estaremos operando com Ripple, além de Bitcoin, Litecoin, Bitcoin Cash, Bitcoin Gold, Decred, Dash e Ether”, salienta Abilheira.

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