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Como garantir a competitividade e a longevidade das empresas

Com o intenso surgimento e crescimento de canais, plataformas, tecnologias e a acelerada transformação nos hábitos de consumo, os líderes de marketing enxergam uma necessidade de reciclagem, tendo como base todas as experiências que viveram nos mais variados casos. Novos conhecimentos, outras formas de encantar, novos stakeholders, clientes mais rigorosos, conectados e ágeis demandando alta performance em tempo reduzido, vêm quebrando todos os padrões de planejamento tradicionais.

Todos esses aspectos devem ter como objetivo o equilíbrio entre resultados e posicionamento de marca. Diante dessa constatação, há que se considerar um fator primordial que é a Atribuição. Ou seja, os resultados que cada ação de marketing provoca é de grande importância para justificar estratégias mais robustas e assertivas. Também é inegável a necessidade de pensar em marcas como personas que têm atitude, opinião e defendem bandeiras como a diversidade e a sustentabilidade, trazendo competitividade e corroborando para a construção das chamadas ‘Love Brands”. Relevante incluir nesse contexto também os desafios diários do CMO em sua busca incessante pelo ‘Wow Factor’, que implica no entendimento do ciclo do seu consumidor, na análise de dados e na devolutiva com as também discutidas Customer e User Experience.

Foram esses desafios que estiveram na pauta do CMO SAB 2018, entre os dias 17 e 19 de outubro, no interior de São Paulo, onde um grupo de profissionais da área participou de uma imersão nesse amplo debate. O CMO SAB 2018 – Equilibrando Bytes, Likes, Resultados e Experiências, discutiu temas como Costumer & User Experience, Digital, Atribuição e Papel do CMO na Construção de uma Love Brand.

No contexto atual dos negócios ter uma oferta ou um produto digital não é suficiente para garantir a competitividade e a longevidade das empresas. É preciso ir além e ter uma cultura digital. O perfil do consumidor em constantes mudanças cria novos cenários onde as empresas precisam de adaptações rápidas e flexíveis. Diante dessa nova dinâmica, as práticas de Design, Lean e Agile têm remodelado a forma como fazemos, pensamos e agimos frente aos desafios e oportunidades de marketing, negócios e inovação tendo o consumidor e suas experiências como o centro das estratégias empresariais.

Um bom exemplo do que estamos falando, é o bem-sucedido caso em parceria da Stefanini com a Saint Paul Escola de Negócios, mostrando como uma tradicional escola de negócios inovou por meio das práticas de Computação Cognitiva e aplicação de Inteligência Artificial.

*Wagner Kojo é Head Digital & Innovation da Stefanini

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