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Fábricas do futuro já estão sendo implementadas no brasil

Empresa selecionada já inseriu em sua produção os instrumentos do projeto para tornar-se Fábrica do Futuro

Visando o crescimento do meio tecnológico do país, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) selecionou dez entidades para receber um investimento voltado para o desenvolvimento de testbeds no Brasil. A medida foi divulgada em um edital, parte de um pacote de soluções para a Indústria 4.0.

O Projeto da Metalsa consiste na aplicação de tecnologias das Indústrias do Futuro em uma das máquinas da linha de produção da sua planta industrial na cidade de Osasco

“Queremos ajudar as indústrias a atingirem um patamar elevado de desenvolvimento tecnológico, por isso criamos esse projeto. Entre as dez entidades selecionadas a Metalsa foi uma das escolhidas, sendo ela uma das maiores fornecedoras mundiais de estruturas de chassi para veículos comerciais e leves, a empresa tem uma experiência de 60 anos nesta área”, ressalta o presidente da ABDI, Guto Ferreira.

O Projeto da Metalsa consiste na aplicação de tecnologias das Indústrias do Futuro em uma das máquinas da linha de produção da sua planta industrial na cidade de Osasco, com objetivo de aumentar sua eficiência e disponibilidade.

“Trata-se de um equipamento já utilizado anteriormente e que está recebendo um conjunto de sensores adicionais, responsável por proporcionar mais transparência no processo e mais informações que permitirão reduzir perdas por paradas não previstas e problemas de qualidade do produto. As informações coletadas serão geradas a partir de ferramentas de machine learning e deep learning ”, explica Cláudio Crivellaro, Diretor de P&D e Inovação.

O Diretor de P&D e Inovação da Metalsa também colocou os benefícios dessa tecnologia para a linha produtiva da empresa, como a redução das paradas de máquina não previstas e perdas de produção por problemas de qualidade. Espera-se que reduzam os custos por estas perdas, melhorando a produtividade e lucratividade.

“Obviamente, o investimento realizado no equipamento para levá-lo a esta condição de digitalização, deve ser pago com o retorno deste aumento de produtividade num período máximo de 4 anos”, disse Crivellaro.

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