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Tribunal de Contas da União adota solução de armazenamento Pure Storage para atender demandas de missão crítica

• Simplicidade de gerenciamento permitiu o rápido deploy e imediata compreensão da operação pela equipe do TCU.
• Crescimento sustentável, estabilidade no ambiente e uma maior percepção da responsabilidade estratégica da área de TI.
• Imagem da infraestrutura computacional ultrapassa os limites da TI, ganha dimensão corporativa, extrapolando as fronteiras da organização.

São Paulo (SP), Brasil – A Pure Storage (NYSE: PSTG), fornecedora independente e líder de armazenamento totalmente baseado em flash, anuncia que o Tribunal de Contas da União (TCU), órgão de controle externo da Administração Pública Federal, escolheu acrescentar ao seu portfólio de armazenamento de dados os arrays 100% flash da Pure Storage, além da solução FlashBlade, voltada às organizações de todos os tamanhos e perfis com necessidades críticas no desempenho e armazenamento de dados. Entre as competências do TCU, estão a fiscalização do uso de recursos e bens públicos, bem como a gestão das subvenções e renúncias de receitas fiscais.
Desde sua construção, há sete anos, o datacenter do TCU é composto por um ambiente de crescimento exponencial, decorrente, em especial, do aumento dos dados custodiados pelo órgão e das demandas por manipulação de conteúdos digitais e análise das informações. Somente nos últimos três anos, a demanda por armazenamento cresceu 640%. “Hoje, os processos do TCU, com bases de dados oriundas de toda Administração Federal, são 100% eletrônicos. Essas bases devem ser manipuladas e processadas diariamente, o que consome espaço enorme”, informa Renato Vilela, gerente de infraestrutura do Serviço de Monitoramento e Operação (Semop), uma das unidades responsáveis pelo ambiente de tecnologia do TCU.
O TCU construiu seu projeto por meio de um pregão eletrônico, modalidade de licitação do Governo Federal – realizada, como regra geral, para aquisições de bens e serviços de TI – com edital para aquisição da tecnologia de armazenamento baseada em flash. Ao garantir os requisitos de desempenho estabelecidos pelo edital, a Pure Storage foi vencedora da licitação. Entre as métricas exigidas para ganho real de produtividade estava o armazenamento de capacidade utilizável de 950 terabytes (800TB para bloco e 150TB para file) em no máximo 40U (30 para bloco e 10 para file). Por meio de duas soluções, o FlashArray FA//m70r2 e o FlashBlade, a Pure Storage conseguiu entregar o volume final em apenas 11Us, o que representa redução de 72%, ou 0,27 vezes o espaço físico utilizado para o armazenamento. “Isso representou um número fantástico para nós. A economia de espaço no datacenter é fundamental”, comemora Vilela.
O processo de migração dos arrays da Pure começou em abril de 2017. Após apenas duas semanas, 500TB de dados já tinham sido migrados. A instalação, configuração e atualização do FlashArray durou apenas duas horas, enquanto o FlashBlade, cinco horas. A simplicidade de uso dos equipamentos representou ganho importante para o TCU. “Surpreendeu-nos positivamente a facilidade de configuração dos equipamentos. Eles foram entregues, configurados pelo integrador e assumimos de imediato a operação. Houve um trabalho de migração com baixo esforço para curva de aprendizagem. Nossa equipe hoje já altera o equipamento sem aquela usual grande complexidade que temos com equipamentos tradicionais”, ele recorda.
Um dos ganhos imediatos com a aquisição das soluções da Pure Storage está relacionado aos servidores de mensagem Exchange. O Tribunal de Contas da União possui aproximadamente 11 mil caixas postais, mas existia elevado enfileiramento de requisições de mensagens do correio eletrônico, o que gerava erros nos processos de arquivamento (e-mail archiving). “Com a migração, a fila de 400 mensagens, em média, do Exchange, baixou para praticamente zero e a taxa de erros nesses processos de arquivamento para menos de 1%, uma demonstração extremamente significativa”, considera o gerente do Semop.
A taxa de redução de dados adequada aos workloads do Tribunal seria em torno de 2.6 para 1. Durante a migração, a Pure Storage apresentou taxa de redução no FlashArray de 3,3 para 1, dentro da faixa estabelecida como parâmetro do edital. Já as taxas de performance chegaram a 12TB/h de banda, com latência inferior a 1ms (perfil 10Read/90Write). “O equipamento nos ofereceu uma latência extremamente baixa”, aponta.

A equipe do Semop também avalia o aplicativo Pure 1, que permite o monitoramento do conjunto de arrays em tempo real pelo celular, como uma vantagem apresentada pela Pure Storage. “O storage all-flash da Pure Storage nos trouxe a oportunidade de revisitar a infraestrutura e transformá-la numa solução facilitadora para a área de controle – uma das poucas oportunidades que nós, como equipe de infraestrutura, temos de apresentar um resultado imediato e percebido pelo cliente final”, conclui Vilela.
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Sobre a Pure Storage
A Pure Storage (NYSE:PSTG) ajuda as empresas a ultrapassar os limites do que é possível. A plataforma de dados de ponta a ponta da Pure – incluindo o FlashArray, o FlashBlade e nossa oferta convergente com a Cisco, o FlashStack – é alimentada por um software inovador, conectado à nuvem para o gerenciamento de qualquer lugar por um dispositivo móvel e suportado pelo modelo de negócio Evergreen. Sua tecnologia totalmente flash, combinada a um modelo de negócio focado no cliente, proporciona transformações de negócios e de TI com soluções que são fáceis, eficientes e sustentáveis. Por meio de uma posição de liderança na indústria, com NPS (Net Promoter Score) de 83,5 pontos certificado pela Satmetrix, os clientes da Pure são alguns dos mais satisfeitos no mundo, incluindo organizações de todos os tamanhos e de setores cada vez mais diversificados.

Sobre o TCU
O Tribunal de Contas da União (TCU) é o Órgão de Controle Externo da Administração Pública Federal, responsável por acompanhar a execução orçamentária e financeira da União, em auxílio ao Congresso Nacional. Dentre as competências do TCU, destacamos a fiscalização do uso de recursos e bens públicos, bem como subvenções e renúncias de receitas. O Tribunal analisa e julga as contas dos órgãos e entidades públicas federais de forma a “aprimorar a Administração Pública em benefício da sociedade por meio do controle externo”, resultando no reconhecimento do Tribunal como “referência na promoção de uma Administração Pública efetiva, ética, ágil e responsável”.

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