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Softline conquista habilitação da Microsoft para vendas ao governo

Multinacional russa reforça transparência e segurança na venda de soluções de TI para todos os clientes, agora incluindo o setor público
Softline conquista habilitação da Microsoft para vendas ao governo
tecla Brasil

A Softline acaba de anunciar a conquista do título de Governmment Partner Microsoft, o que a credencia a atuar no segmento público em parceria com a fabricante. A certificação chancela ainda mais a área de serviços públicos da Softline que conhece e pratica as regras da legislação nacional e da Lei Americana Anticorrupção (FCPA). Com o título, todos os parceiros Softline que queiram vender para o governo assinarão um contrato com a empresa e outro com a Microsoft, sendo este o Governmment Integrator Agreement (GIA).

Com o resultado, a companhia pretende incrementar 200% no volume de oportunidades em pregões eletrônicos e prevê um crescimento de cerca de 15% de margem

Para atuar no setor público no Brasil a Microsoft utiliza sua força indireta de vendas, com a necessária atuação de revendas credenciadas. Para isso, é preciso uma política rigorosa de transparência e isonomia, alinhada também às regras de compras no território brasileiro, regidas pela Lei 8666/93, e outras regras relacionadas. “Para os programas de licenciamento de volume Enterprise Agreement e MPSA, por exemplo, a participação nos certames públicos é feita pelos Large Solution Partners (LSP), ou seja, parceiros de grandes soluções, anteriormente denominados Large Account Reseller (LAR), conhecido como revendedores de grandes contas, que são as empresas habilitadas para tais programas, como a Softline”, explica Igor Kolomenskiy, CEO da Softline Brasil.

A Microsoft atesta que a multinacional conta com uma área dedicada 100% ao setor público, oferecendo vantagem de participar de editais e a possibilidade de promover atas. Além disso, a Softline é uma empresa certificada com o DSC 10.000 – Diretrizes para o Sistema de Compliance pela Empresa Brasileira de Acreditação de Normas de Compliance (EBANC), título conquistado em julho de 2017 e que assegura a efetividade da área na empresa e reforça a importância da sua atuação no mercado como referência de práticas de compliance.

Para conquistar a habilitação, a Softline passou por um processo que envolveu a análise de práticas de compliance, política anticorrupção, código de conduta e Due Dilligence, já que, segundo a Microsoft, para ser um parceiro governamental, toda empresa precisa ter capacidade financeira, aderências às políticas de compliance da Microsoft, estrutura de pré e pós-vendas, de marketing, de licenciamento e de operações, bem como a análise do histórico de vendas, da capilaridade, entre outros fatores.

“Agora, a Softline sela o seu compromisso com a excelência na entrega de soluções e se move para suportar a transformação digital do setor com transparência e segurança. Hoje, por exemplo, alguns dos clientes que se beneficiam de certificações como essa são dos segmentos  financeiro, segurança e telecom. Negócios geralmente fundamentados com compliance”, ressalta Kolomenskiy.

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