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Hiperconvergência agiliza processos no Tribunal de Justiça do Amazonas

Migrar o legado para plataforma hiperconvergência permite fácil gerenciamento. Além do TJAM, prefeitura de Manaus e a americana Baylor Scott & White Health contrataram a tecnologia da Nutanix

Hiperconvergência agiliza processos no Tribunal de Justiça do Amazonas

Na jornada de digitalizar os processos, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) deparou-se com a necessidade de resolver o problema de instabilidade que gerava desgaste entre os usuários (tanto interno como externo, como advogados) e o departamento de tecnologia da informação, chegando a afetar a imagem do TJAM. “Para o usuário, independe quem prove a solução, ele quer rapidez”, disse Thiago Franco, diretor de TI do Tribunal de Justiça do Amazonas, à Infor Channel.

No total, o TJAM comprou 24 nós, distribuídos entre infraestrutura e recuperação de desastre

A migração do processo em papel para o digital terminou em 2013. Atualmente, o tribunal tem cerca de 100 milhões de arquivos PDF que compõe aproximadamente 1 milhão de processos, entre ativos e arquivados. Diante dos episódios de indisponibilidade, o TJAM decidiu aproveitar que o contrato com a empresa que fornecia a infraestrutura estava para ser renovado para avaliar outras ferramentas.

Assim, trocou praticamente toda a infraestrutura da IBM onde rodavam os sistemas de gestão processual para equipamentos hiperconvergentes da Nutanix. No total, o TJAM comprou 24 nós, distribuídos entre infraestrutura e recuperação de desastre. “Nem todos os 24 nós estão ocupados no momento. O desafio agora é ocupar e colocar os serviços mais críticos, como, por exemplo, o sistema de gestão processual que atende ao interior do Estado”, detalhou.

O processo de troca de equipamentos começou com pré-contratação para prova de conceito, realizada em uma base de dados reduzida nossa. “A Nutanix obteve índices melhores que outras provas feitas com outros players”, explicou, acrescentando que tudo foi feito com a intermediação da revendedora Servix, que conduziu o processo, cedendo os equipamentos para fazer teste dentro do ambiente do tribunal. “As quedas que temos agora são por causa da oscilação da energia elétrica, de telecomunicações, provedores de Internet”, conclui.

Também no Amazonas, a prefeitura de Manaus está alocando seus sistemas em infraestrutura Nutanix. O projeto teve como gatilho inicial a necessidade da prefeitura em melhorar a arrecadação, gastar de forma mais inteligente e desburocratizar os serviços públicos. “Tínhamos um data center ultrapassado, com blade e mainframe”, contou Eudo Assis, responsável pela TI de Manaus.

O projeto começou em 2013 com objetivo de modernizar o serviço público. A prefeitura fez uma primeira aquisição de equipamentos com seis nós e depois outra com 16 nós. Neste momento, de acordo com Assis todos os sistemas legados estão rodando em cima do Nutanix. A próxima fase é colocar mais 27 sistemas.

Nos Estados Unidos, a empresa de sistemas de saúde sem fins lucrativos Baylor Scott & White Health começou colocando infraestrutura hiperconvergente da Nutanix rodando em uma pequeno backoffice. O objetivo, conforme explicou Don Mims, diretor de infraestrutura e virtualização, era construir algo fácil de ser gerenciado. Atualmente, a empresa tem 30 nós em produção com meta de continuar comprando Nutanix para migrar o legado para plataforma hiperconvergência.

“Da perspectiva de negócios, nossos clientes não ligam [para qual plataforma que temos] e eles não devem, mas nós temos. Nós precisamos de infraestrutura que proporcione escala e seja fácil de gerenciar”, disse Mims.

A empresa pretende expandir de 30 nós para 200 nós até o fim deste ano. O processo de substituir a infraestrutura legada — basicamente, servidores Dell e Cisco — deve levar três anos.

Com relação à computação em nuvem, Mims explicou que a estratégia é construir uma nuvem privada para eventualmente conectá-la à nuvem pública. A infraestrutura pública serviria para rodar tudo que necessita de escala, como portal para pessoas se registrarem para plano de saúde — diferente do Brasil, nos EUA, as pessoas podem se inscrever e comprar planos em um período pré-determinado.

*A jornalista viajou a Washington (EUA) a convite da Nutanix

 

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