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Depois de acordo com Canon, Eset busca capilaridade no Brasil

Empresa quer aumentar atuação em grandes contas além de reforçar presença no Nordeste

A Eset, fornecedora de soluções para segurança da informação, quer reforçar a sua presença e capilaridade no mercado corporativo brasileiro. Para isso, além de um plano de negócios desenhado para a sua força indireta de vendas, a companhia conta com o novo acordo com a Canon no Brasil para atuar no mercado de grandes empresas. Segundo o country manager, Camillo Di Jorge, a intenção é que as grandes contas passem a representar até 30% do seu faturamento local. Hoje o percentual gira em torno de 20%. Outros dois acordos com fabricantes devem ser anunciados em breve pela companhia.

Com os canais, a estratégia é trabalhar a capacitação técnica os parceiros de menor porte

Segundo o executivo, a parceria com a Canon é uma ampliação da já bem-sucedida parceria entre as companhias no Japão, que atuam em conjunto no mercado japonês desde 2011. “Queremos, cada vez mais, associar nossa marca a parceiros como a Canon que tragam valor agregado a nossas soluções e ofereçam projetos completos aos clientes”, conta ele, ressaltando que o mercado SMB está entre os focos da parceria.

Com os canais, a estratégia é trabalhar a capacitação técnica os parceiros de menor porte. Para isso, a empresa acaba de lançar uma plataforma de treinamento e capacitação que abrange cursos que vão desde vendas até técnico. Em seu programa de canais, o ESET Partner Program, a empresa divide seus parceiros em quatro categorias: Platinum, Gold, Silver e Registrado, de acordo com critérios pré-definidos, como qualificação, quota de vendas e certificações. Atualmente, Di Jorge conta que a empresa busca mais parceiros especializados em segurança, seja para oferta de serviços como para soluções de segurança end-point ou criptografia.

A Eset reportou crescimento de 16% no ano passado e tem 80% de suas vendas provenientes do mercado SMB. Outro objetivo da empresa é atuar além do eixo Sul-Sudeste. “Buscamos aumentar a presença na região Nordeste”, conta. A empresa, que desde 2009 vem experimentando um crescimento meteórico, nas palavras de Di Jorge – até o ano passado a empresa cresceu 13 vezes – teve uma desaceleração nos negócios no final do ano passado. Há 12 anos no Brasil, a empresa fundada na Eslováquia abriu a subsidiária brasileira em 2009. Até então, atuava localmente via parceiros.

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